Resenha Trilha Usina Aliança - 17 e 18.07.2010

     Sábado, 17/07/ de 2010, Posto Laçador foi onde os Terribles, Pulga com Salsicha (sanduba esquisito esse), Semi Eixo com Tio Zezinho, Tio Jackson e o Pintor (era melhor ter levado um mecânico), Olguinha com Sávio, Arroto com Refluxo, Odalisca, Mauricinho, Gordura e os vegetais Coqueirinho e Palmeira, fizera seu ponto de encontro para a aventura do ano. Como sempre Catarrinho chegou atrasado.
 
    Ao chegar no inicio da lama, paramos para acionar as rodas livres. O primeiro problema técnico foi com o jipe de Mauricinho, que não engatava a redução, os solidários providenciaram uma gambiarra de arame para seguir. Logo de cara tivemos que subir uma ladeira coberta de lama, deu trabalho, mas conseguimos. Alguns quilômetros depois, a Band de Arroto apresentou problema na bomba injetora, impossibilitando de seguir, o próprio disse que estava tendo uma premonição, do que ia acontecer, sabemos que o cara é chegado a um “Bambar”. Odalisca e Mauricinho rebocaram a Band até o Posto Dalva, na BR onde foi acionada a assistência 24h, fim de trilha para Abel pai e Abel filho.
 
     Seguimos adiante com muitos obstáculos, agora sem o companheiro Arroto, na batalha de jipes versus lama, até que encontramos um grupo de sem terra, armados com facão e cheios da manguaça, que quase escarreram Pulga. Diante da cena entramos em ação, Diogo se identificou, tentando convencer o Arlindo (Piquiô), a liberar a estrada, dizendo ser do PT, terminou convencendo o mesmo com cigarros, adivinha quem deu os cigarros? Salsicha. Odalisca chamou o outro “líder”, conhecido por Dr. Abençoado, dando-lhe uma dose cavalar de pinga, matando o sujeito, que automaticamente liberou geral.
 
     O primeiro grande obstáculo, não demora a aparecer, uma cratera muito grande no meio da estrada, foi necessário cortar árvores para fazer um desvio, interessante foi a ferramenta usada por Pulga e Coqueirinho, uma machadinha de cortar bife. Isso ainda não foi nada diante do que encontraríamos, Odalisca caiu numa erosão, atolando feio, Mauricinho prontamente o rebocou. Continuamos com muita dificuldade até que chegamos a uma ladeira próximo de um riacho, para seguir adiante, mais uma vez, Coqueirinho e Pulga fizeram um desvio, desta vez com os jipes. Todos conseguiram chegar ao topo, exceto Tio Jackson que quebrou a roda livre.
 
    Pulga teve problemas com o diferencial de seu possante, parecia um girassol de tantas pontas de arame que saia dele, o moleque parecia que tinha se enroscado em uma usina siderúrgica. Coqueirinho caiu prá debaixo do carro e desmontou a transmissão, tirando o que foi possível. Gordura avaliou a situação e sugeriu que rodasse assim mesmo, pois a tendência do arame seria partir e ir saindo. Enquanto gordura recolocava a transmissão no lugar era almoçado por um bando faminto de muriçocas, deviam ser míopes para atacar logo ele. Enquanto o jipe de pulga era desenroscado uma equipe foi avaliar o caminho a frente, e chegou com uma conclusão terrível; não dava para ir adiante, pois tinha várias crateras enormes no caminho. Estava selado nosso destino: retornar por onde viemos.
 
     Noite caindo, céu limpo, até que gordura olha prá cima e começa a dar uma aula de astronomia, indicando prá onde a lua apontava, mostrando saturno, o cara viu até disco voador, porém esse céu limpo não durou muito, logo caiu um temporal daqueles e a enxurrada descia pela ladeira enlameada parecendo que ia levar os bólidos, temos um trabalho danado para sujar os carros, vem a chuva e lava. Ficamos nessa malemolência até por volta das 21:00hs, quando decidimos partir.
 
     Semi-eixo ao tentar passar pelas erosões, caiu numa grande cratera, quase engoliu seu bólido. Odalisca conseguiu retirar com o guincho, mas o Engesa não pegava devido uma entrada de ar. Gordura, na tentativa de extrair o ar pela bomba injetora, rompeu o tubo alimentador, foi colocado Durepoxi, mas depois de constatar que isso não surtiu efeito, a alta cúpula composta por Odalisca, Mauricinho, Semi-Eixo e Gordura, decidiram sair com o Troller de Cardoso e o “Green d’Evil do paulista para São Sebastião a fim de soldar a peça quebrada, isso as 03:30h da madruga. Também fizemos pedido de SOS aos companheiros em Salvador.
 
     A turma do rabo da gata, tentava rebocar o jipe de Tio Jackson que tava atolado, sem êxito, e mesmo que conseguissem não poderiam seguir pois o Engesa de Semi-Eixo fechava a estrada. A chuva caia, o frio se tornava intenso, os pernilongos felizes se faziam presentes. Olguinha que tinha o compromisso de fechar a loja, infelizmente não conseguiu, Tio Jackson estava com passagem marcada para prestar um concurso, as 05:00 hs do domingo, também não conseguiu, Gordura que tinha que trabalhar as 08:00hs da manhã, também não conseguiu.
 
    Na madrugada de domingo, saiam de Salvador um grupo de resgatistas, liderados por Caca com Hermano, Fred com Xuparino e Manicure com Anjinho, dizendo eles que estariam indo para a trilha do domingo. Graças a esse grupo e a peça recuperada conseguimos sair do local, destacando o heroísmo dessas pessoas que desde as 23:00 do sábado se mobilizaram para ir ao socorro dos companheiros. Pela manhã, Coqueirinho dá carona a uma moradora local e a coitada até hoje se arrepende, demorou mais do que se fosse a pé, pois o amarelinho dele parou por pane seca. O mecânico levado por odalisca detectou que o filtro de combustível dele não passava nem pensamento. Foi retirado um filtro do carro de gordura para socorrer o coitado, nessa altura a coitada da mulher já tinha seguido seu caminho a pé. Quem teve pane seca mesmo foi a “bufete” de Manicure durante o socorro ao Troller de tio Jackson, mas foi prontamente abastecido por Mauricinho.
 
      À tarde, depois de desatolar o carro de tio Jackson, e liberado o carro de coqueirinho, seguimos para a BR sem maiores problemas, até que pulga sai correndo de dentro do seu bólido ao avistar uma “casinha” verde no acostamento. O cara tava abafado para fazer o que ninguém pode fazer por ele, não pensou duas vezes, caiu prá dentro, esse pivete só anda com dor de barriga, acho que jogaram a casinha fora. Na Pista foi atrelado o jipe de coqueirinho no fundo de tio Jackson, pois ele tava sem freio.
 
      Durante o retorno foi a vez do jipe de Gordura “apagar”, mas foi logo constatado a queima de fusível que alimenta o painel e a ignição. Após trocar três fusíveis o comboio prosseguiu, até que o catarrinho de Olguinha ficar com preguiça de andar e ela encosta, o bicho tava pesando umas duas toneladas e com os freios dianteiros travados, acho que foi de tanta goiaba que eles tiraram. Seguimos assim mesmo e por sorte foi destravando, mas o catarrinho tava com a “macaca”, quebrou a correia do alternador/bomba d’água. Logo apareceram pulga e gordura com um monte de correias na mão, e mede aqui mede ali até que achou uma que deu certo. Correia no lugar, seguimos para o posto prá reencontrar a turma e organizar a bagunça dos equipamentos misturados. No posto pulga detecta vazamento de óleo pelo retentor do diferencial traseiro, provocado pelo “vergalhão” que se enroscou nele, ai ele decide voltar engatado no Troller de odalisca.
 
    Gostaríamos de destacar e reconhecer a ajuda solidária de todos, a equipe de Salvador que efetuou o resgate, a Gordura que com sua presteza e disponibilidade foi peça fundamental na solução dos problemas, tendo andado mais na lama, do que os próprios jipes. Foi sem dúvida uma trilha inusitada e histórica, onde todos os que foram adoraram e os que não foram, lamentaram por não terem participado. Que venha mais lama para nossas trilhas. Certamente nosso corpo sentiu, mas nossa mente agradece.
 
By Odalisca, Gordura e Arroto.

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  • Resenha do VI Festival Brasil Off Road
    Versão: Jairo – Professor Pardal

    Vou tentar nesta resenha compartilhar com vocês uma experiência que todo jipeiro ou apaixonado pelo universo 4 X 4 tem que viver pelo menos uma vez na vida. Realmente foram 3 dias inesquecíveis e que mais pareceram semanas.

    Em meados de setembro Salomé plantou a idéia de irmos para o Festival Brasil Off Road… ai pensei. Por que não? Tinha um crédito de R$300,00 na TAM e as passagens custavam R$319,00. Bati o martelo. Tô lá…

    Partimos rumo a SP, dia 23, em dois grupos. O primeiro eu , Mariva e Cacá, depois seguiram Marcão, Chuparino, Aguarino e Salomé. Em SP já se encontravam Mauricinho & Patricinha, que estavam de férias, além de Pescocinho e esposa e Elevador que estava a trabalho na cidade.

    Saltamos em Guarulhos e soubemos da existência de um ônibus da TAM – grátis – que nos deixaria em Congonhas, bem mais próximo ao hotel que ficaríamos.

    Pegamos o buzu de luxo, vermelhão, toca a andar. Já há quase 2 horas rodando, todos estavam impacientes. Pô… Este aeroporto não chega. Depois de muito engarrafamento, haja engarrafamento, chegamos a Congonhas. Pegamos um taxi com o destino ao Hotel Formule 1.

    Do mal o melhor…O atraso no deslocamento do busu da TAM, serviu para sincronizar a nossa chegada ao hotel com a do grupo que saiu mais tarde.

    O rango já estava apertando… fomos almoçar em um restaurante próximo ao hotel.

    Mais ou menos as 13h, pegamos o metrô que fica colado com a porta do hotel. Muito legal esta comodidade.

    E a ansiedade crescia a cada segundo. Vamos ao VI Festival Brasil Off Road!!

    Após profundo estudo em um mapa na parede da estação do metrô, comandado por Marcão, partimos em direção a estação de Jabaquara, acho que é assim que escreve.

    Ao saltarmos na estação Jabaquara, avistamos um casal vestidos com uma camisa amarela escrita: VI Festival Brasil Off Road “ORGANIZAÇÃO” . Ai pensamos… estamos com sorte! Bastou chegar e já temos nosso guia para nos conduzir ao Festival.

    Marcão ficou eufórico e começou a desempenhar o seu papel de relações públicas.

    Prontamente começamos a segui-los. Tome-le caminhar…e mais caminhar.

    A promessa que eram apenas 700 metros.

    E caminhamos … o sol estava a pino, um calor do cacete, caminhamos mais ainda.

    Depois de uns 30 minutos em macha acelerada atrás do casal de pombinhos, chegamos a Av Imigrante.

    Neste momento todos fomos tomados por uma grande emoção … Olhem o OUT DOOR do Festival Off Road, enfim chegamos.

    Qual nada! Havia um pequenino problema, como atravessar aquela avenida com o dobro largura da paralela e o triplo de movimento? Bem ao longe, mas bem longe mesmo… Vimos uma ponte que cruzava a Av Imigrante. Porra temos que andar até lá.

    Tome caminhar.E caminhamos na beira da pista, caminhões passavam levantando poeira danada. Chegamos a um trecho que dava para subir uma espécie de passeio. Nesta hora Marcão já estava bufando, querendo dar uma porrada naquele casal de pombinhos. F&¨%$%.

    Compreendi imediatamente o motivo da ira de Marcão. … no início da caminhada, ele para demonstrar a gentileza que lhe peculiar, deu lindo salto com aquele corpinho para pegar algumas acerolas que pendiam sobre um muro de uma casa. O salto que quase lhe custou o desalinhamento de sua cambagem e pior… Dei as acerolas para aqueles Pombinhos desorientados. Acredito ter pensado Marcão.

    Mais a frente, Cacá me pareceu que estava hipnotizado ou em profundo transe com o OUT DOOR, aquele do evento e não percebeu que andava sobre um batente de quase 1 metro de altura. Pisou no vazio. Pensei em até segurá-lo, mas percebi que iria me esborrachar junto com ele.

    Mas todos conhecem Cacá, ele não se entrega fácil…e com a habilidade de uma gazela (um pouco acima do peso) saiu catando ficha mas não caiu. Foi uma grande sorte não ter empenado sua suspensão bruta, pois a coisa foi feia.

    Andamos mais um pouquinho e finalmente chegamos ao pavilhão do Festival, quando encontramos Mauricinho e Patricinha, que havíamos visto de relance dentro de um taxi logo quando saímos da estação do metrô de Jabaquara.

    Eles não entenderam nada. Qual o motivo da demora?. Indagou Mauricinho. E só ai percebemos o que havia acontecido. Da porta do pavilhão da Festival dava para ver a estação do metrô. Fomos para Itapuan via Ribeira. Que mico. A sorte dos pombinhos foi terem se picado logo quando chegamos, pois Marcão queria fechar o tempo

    Mauricinho gentilmente nos cedeu vários ingressos, que seu chapa da GARRA 4X4 havia lhe dado e assim que entramos no pavilhão do Festival.

    Esquecemos a saga da caminhada e mergulhamos no universo 4X4.

    O impacto inicial salão foi poderoso, tanto que dispersou o grupo. Restou comigo apenas Pescocinho, começamos a ver aquelas maravilhas 4X4.

    A impressão foi a melhor possível, dezenas de CJ 5, 3A, 3B, 2A. Várias viaturas militares, tanques blindados, vários Jeep do Leitor da 4×4 & Cia. Camper com pneus 38” com um lindo verde floresta fosco. Confesso que fiquei atordoado com esta “over dose”, não sabia o que via primeiro. Tinha um 51 preto fosco com motor V8 com nitro e suspensão preparadíssima, vedete do Festival. Realmente não há nada que imponha mais respeito do que o ronco de umV8. Muito lindo. Não vi Troller no Festival.

    Várias lojas expondo seus produtos, GARRA 4X4, GAMA 4X4, ENSIMEC, OXFORD, JOSEWAL 4X4 dentre outras. Senti falta da DONATTI, PAULISTA, ROTA..

    O dono da GARRA 4X4, amigo do Mauricinho, cujo nome esqueci, foi muito gentil e disponível, prestando informações preciosas sobre adaptações, além de nos apresentar os detalhes do seu Jeep, objeto de várias reportagens da 4×4 &Cia. Realmente um bruto, acho que mais bruto do que Euler. Disse já tinha saltado em provas de “rock crawling” paredes de até 4 metros de altura sem causar danos à suspensão. Isto que é brutalidade.

    Achei uma loja que vendia artigos usados do exército e eu , Aguarino e Cacá fizemos a festa. Aguardem as novidades na reunião.

    Em um stand, muito louco, para demonstrar a resistência da carroceria de fibra que estavam vendendo, nos franqueavam a oportunidade para darmos umas pauladas no capô do Jeep. Dei umas boas pauladas. Nem arranhava, recomendo.

    Lá para as 20h retornamos para o Hotel. Que hotel legal! Fiquei impressionado com o atendimento inspirado na linha de montagem de veículos, faria inveja até a Henri Ford, tudo muito rápido e espartano, mas com instalações boas e preço acessível. Sem perdas de tempo. Micro-quartos mesmos.

    Sábado, às 6 horas da manhã, 5 horas em Salvador, já estávamos de pé para o segundo dia do evento. Eu, Cacá e Mariva decidimos visitar a DEEP TEC, enquanto o restante do grupo foi para a 25 de Março comprar umas muambinhas.

    Fomos de metrô até a estação Alto do Ipiranga, quando Mariva manteve contato com o pessoal da oficina.

    Orientados, saímos do metrô no sentido informado. Em uma esquina Mariva perguntou informações a um cidadão que estava parado. E então o cara respondeu: Você é o Marivaldo? Por alguns segundos não entendi nada. Como um Terrible perdido em SP foi reconhecido?

    Depois percebi que era um dos donos da DEEP TEC que já nos aguardava no meio do caminho.

    Realmente o tratamento dado a nós foi fora de série. Os donos da Deep Tec são todos irmãos e de Barra do Mendes/BA. Só podiam ser baiano!

    A DEEP TEC trata-se de uma das melhores oficinas em adaptações em Jeep e veículos Off Road no Brasil, Shangrilar do Off Road nacional.

    Ao chegarmos à oficina, de cara vimos um CJ 5 adaptado com a adaptação atualmente mais utilizada na oficina no momento: Motor de Golf 2.0 novo e uma caixa Clark 5 machas. Um foguete. Não parou por aí… Vimos uma suspensão inspirada no que há de melhor. Engesa e JPX instalada em um CJ5. Muitas dicas e orientações.

    Vimos uma D10 cabine dupla 4 X 4 com motor MAXXION Turbo. Outro CJ5 com motor dos meus sonhos um Vortec V6 da Ranger com comando especial e caixa Clark.

    Diversos flanges de adaptação motor & caixa. Ai pensei… quantas horas de trabalho estes caras gastaram para conceber cada flange naquela pilha.

    Depois fizemos um “test drive” de carona no CJ5 do dono da DEEP TEC. Quando olhei no velocímetro estávamos a 110 Km/h e no painel um relógio marcando a pressão do turbo da criança. Tudo funcionando. Entrávamos nas curvas com o Jeep no chão. Foi uma experiência pra lá de terrible.

    Após o “test drive” já nos aguardava uma feijoada de primeira qualidade, traçamos de imediato aquele banquete, sentados junto aos jeep. Conversamos muito sobre as trilhas, jeep, etc… Vimos um álbum que lembrou-me o meu início no mundo 4×4. Foi muito legal.

    Ficou acertado que no final do ano a família DEEP TEC estaria viajando para uma trilha em Barra do Mendes e Cacá os convidou para uma parada na sua fazenda em Palmeiras. Parece que está tudo certo.

    Lá para 14h nos levaram no Jeep Turbo para o pavilhão do Festival. O pessoal da DEEP TEC nos deu uma lição de cordialidade e de mecânica.

    Dedicamos à tarde do sábado para assistir os pegas classificatórios do IN DOOR, cujas finais aconteceria no domingo. Vimos várias capotagens, que me fazia inveja, além da apresentação do TUIUIU (Jeep de controle remoto).

    Aproveitamos para enriquecer nossa aprendizagem na preparação de um carro, e no estilo James Bond invadimos o espaço reservado aos carros do in door e documentamos tudo com muitas fotos. Muita coisa interessante.

    Vi um jeep turbo que fiquei maravilhado com a simplicidade de sua suspensão e mecânica. Cantei a pedra do vencedor, antes mesmo de vê-lo correr.O cabra do jeep turbo era bom mesmo, cuidava pessoalmente do seu carro, em perfeita comunhão entre piloto-mecânico- máquina. Depois vi outro jeep aspirado, voando baixo, era a esposa do cabra do jeep turbo. Êta família retada. No final do evento, Cacá os convidou para vir participar de um evento nosso,digo do Free Road. Tomara que Cacá consiga trazer-los, pois seria uma grande contribuição para impulsionarmos a evolução do nosso esporte.

    Equipes com vários mecânicos e motores para cada Jeep (vi trocando um motor entre uma sessão e outra), muita estrutura mesmo.

    Outro carro que me impressionou foi uma Bandeirante, que se Xará visse ficaria babando. A Bandeirante deu um chulé em Gol 4X4, voando baixo, com a agilidade de um Samurai e potencia de um Toyotão. Porradão mesmo.

    Também vi uma, digo duas gaiolas 4X4 feita de canos com motor falcon, muito bruto. As gaiolas eram realmente lindas e brutas. Pareciam um rinoceronte sobre rodas e da marca SOCANO e do mesmo criador do TUIUIU.

    No IN DOOR os carros corriam juntos - em uma única pista - A frente de uma arquibancada parecida com a que temos no Parque de Exposições. Era batida para todo lado. Em um dos pegas o gaiolão parecido com o rinoceronte arrancou a roda traseira do jeep adversário e o piloto só percebeu a perda, após rodar algumas dezenas de metros com 3 rodas. Adrenalina total.

    Também tiveram pegas de gaiolas 4X2 e corrida autocross (os carrinhos pareciam de brinquedo).

    Alguns capotamentos, mas nada de sério. Teve até um Jeep que se esborrachou na torre da organização de cronometragem. A prova foi muito bem organizada e conduzida com poucos erros.

    Encerramos o dia com uma intensa visita aos stands o que nos rendeu muitos brindes e oportunidade de compras.

    No domingo, último dia, nos reunimos às 11h na porta do pavilhão com nossa bagagem. Bem ao estilo dos Terribles, tudo espalhado pelo chão, na entrada do evento. Marcão chegou com dois rolos de fita crepe e enrolamos tudo, reduzindo a quantidade de pacotes, organizando um pouco a bagunça. Tudo guardado em um espaço específico no evento. Começamos nosso último dia.

    Quem esperou para fazer suas compras se deu bem. Mariva e Chuparino compraram amortecedores de competição Cofap por R$90,00 a unidade. Cacá comprou uma tampa de diferencial e levou duas.

    Chuparino comprou uma chave especial de controle remoto para Jeep. Do caçete.

    Assistimos ainda alguns pegas da final do IN DOOR e infelizmente não podemos ficar até o fim, pois chegava o horário de retorno do vôo para Salvador. (Da próxima vez vamos marcar o retorno para 23h!!!)

    Pegamos dois táxi direto para Guarulhos.

    Um dos motoristas, o Bira, um negão de uns 1,9m, bilingue, faixa roxa de karatê, demonstrou grande apreço por Marcão, principalmente, depois que Cacá compartilhou a informação de que Marcão era delegado chefe médico titular da Polícia Federal. Ao chegar ao aeroporto, o negão largou seu taxi no desembarque e partiu para dar um abraço no delegado, todos presenciamos este momento. Foi um momento lindo, maravilhoso.

    Embarcamos de volta e fiquei com a sensação gostosa de quem, pela primeira vez, realizou um sonho de participar de um evento deste porte.

    Parabéns a todos os Terribles que viajaram e aqueles que não puderam ir, aconselho se dar a oportunidade de participar do próximo Festival.

    E para finalizar, o mais especial da viagem foram os momentos de grande harmonia e alegria que Salomé, Mariva, Marcão, Cacá, Aguarino, Chuparino, Pescocinho, Mauricinho e Elevador me proporcionaram. Sempre com o espírito aberto a muita diversão e irreverência que nos caracteriza.

    Avante Terribles!!!

    Segue algumas fotos do evento.

    Jairo
    Prof Pardal”A mente que se abre a uma nova idéia jamais volta ao seu tamanho original.
     A imaginação supera o conhecimento. ”
     (Albert Einstein)

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  • Garanhuns

    XVIII Festival do Jeep

    Garanhuns-Pe

     

    Inicio: Partimos no dia 01/07/2010 com destino a cidade de Garanhuns-Pe, onde seria realizado o XVIII Festival do Jeep, tradicional evento dos “Off Roaders” pernambucanos. Nosso ponto de encontro foi o San Filé, onde embarcamos num ônibus fretado pelos Terribles, a fim de encarar a aventura. Muitos que não viajariam, foram prestigiar o grupo, bem como levar donativos para as vitimas das enchentes daquele estado. Por volta das 22:30h partimos com a certeza de um feriadão emocionante e descontraído.

         Dentro do “buzu”, arruma pra lá, ajeita pra cá, notamos que um carro seguia o nosso ônibus, o que deixou muitos de nós bem apreensivos, principalmente Marcão, mas depois de uma parada estratégica no Posto Estadual de Arembepe, o suspeito seguiu adiante sem mais ser visto. Quando a maioria começou a adormecer, teve inicio um barulho descomunal, parecia orquestra desafinada com tenores babando e roncando sem parar, o pior de todos foi “Picachu”, o moleque com cabelo de espeto tem futuro. Espiões de plantões, nos informaram que o casal Mauricinho e Salsicha, dormiram na viagem, com a cabeça de um no ombro do outro, imagina então no quarto do hotel.

         Ao amanhecer próximo de Arapiraca, Pulga teve um pequeno distúrbio intestinal e saiu correndo pedindo que o motorista parasse o carro, por sorte encontrou uma churrascaria e ai satisfez suas necessidades, depois disto o estabelecimento foi interditado pela vigilância sanitária e esta fechado até hoje, ainda bem que deu tempo, imagina se aquele bucho explode dentro do carro. Chegamos ao destino, por volta da 09:30h, pilotos ficaram no posto onde as cegonhas descarregavam os possantes, os demais seguiram para o hotel fazer o check in.

    Meio:Já devidamente instalados no hotel Village, situado no centro da cidade, nos reunimos em um restaurante próximo, para assistir ao jogo Brasil x Holanda. A algazarra foi maravilhosa, vuvuzelas, assobios, buzinas pneumáticas, um mudo local que quase falava durante o embate. Nada disto foi suficiente para dar sorte à nossa seleção, que perdeu por 2×1, e ainda fomos acusados pelos locais, de “baianos pés frios”. 

         Pela tarde, Salsicha de tanto beber cerveja, que não era 100 álcool, ficou bebum, foi dormir e não acordou nem com reza braba. À noite, devidamente uniformizados, nosso grupo aparentemente foi o maior do evento, fomos para um restaurante onde nos foi entregue os kit´s, lá foi servido uma caipirinha de primeira. Após a entrega dos materiais, Arroto, Psico e Psiquinho foram para um barzinho, comer um tira gosto de carne do sol, quando a mesma chegou, Psico notou que a cebola frita tava se movimentando de maneira suspeita dentro do prato, ao averiguar melhor, constatamos se tratar de uma largata que estava devorando a alface do prato, mas que parecia uma cebola, parecia. O de se admirar, foi o bom comportamento da galera, que se recolheram para o hotel antes das 23:00h, acho que foi a expectativa da lama no dia seguinte.

         Dia 03/07/2010, chegou o grande momento, nos reunimos no mesmo restaurante da noite anterior, a fim de partimos para a aventura. Por volta das 12:00h seguimos os guias locais e entramos na trilha. Logo de inicio tivemos um problema no carro de Márcio, quebrou um rolamento, a ai entre o conserto e a espera com engarrafamentos de alguns atolados, tivemos um atraso de quase 3 horas. Outro que teve problema foi Jeep de Marcão, foi ajudar um Troller e saiu com a tração dianteira avariada, dai em diante, andou de 4×2 por todo o percurso. Lagostão tava todo metido pois o irmão e o sobrinho se juntaram ao nosso comboio.

         Seguindo adiante, um charco que parecia fácil de transpor, se mostrou bastante traiçoeiro, pois quanto mais se avançava, mais fundo ele se apresentava, por pouco Psico não fica boiando. Mais à frente uma mistura de lama com facão deixou vários de nós encalhados: Pulga (resgatado por Tio Jackson), Lambe Lambe (resgatado por Pulga), Arroto (resgatado por Pulga). Neste trecho vários motociclistas caíram na lama, outros transporiam sem problemas, com motos tipo Cg 125, Pop, Twister etc. Em frente Cacá fica atolado e é resgatado, Mauricinho entra numa poça gigante e tem pane elétrica, dai por diante seu motor de arranque não mas funciona. Arroto tenta não ir por onde o paulista se enroscou, mas a Band ficou tão inclinada que a água da poça, quase bate no ombro dele.

         A noite já tinha chegado, e após 23Km dos 66Km pretendidos, fizemos um reunião para decidir o futuro do grupo no evento. Com o carro de Enzima rebocado, o de Marcão que apesar transpor os obstáculos sem problemas, estava só de 4×2, o de Chave de Mangue, que apresentou problemas na ventoinha do radiador, o de Tio Jackson, que queimou a ventoinha do radiador e o de Zoião, com suspeita de pane seca, decidimos retornar para Garanhuns. Escoltados por um colega do Jeep Club local, encontramos um PNC com sua F75 atolada até o rabo, mas com ajuda de um guincho e o uso do pneu, tiramos moribundo do problema, neste evento, Lambinho, filho de Marlúcio perde o chinelo na  lama. 

        Ao chegar na cidade, todos estavam exaustos pelo dia trabalhoso, e o que mais queríamos era o descanso do hotel, foi o que fez a grande maioria. Refluxo que saiu à noite e tirando onda de garanhão em Garanhuns (desculpem o trocadilho, não resisti)informou para a galera que tinha se dado bem com uma garota da cidade, como ninguém viu, nem eu, as bocas malditas falaram que ele se armou mesmo foi com a “Mulher Invisível”.

    Fim: Dia 04/07/2010, pela manhã após forrarmos a barriga com o bom café do hotel, fizemos o check out e deslocamos os carros para onde estavam as cegonhas. O ônibus parte com destino à Salvador, por volta das 10:30h. Lá dentro a muvuca começa, no fundo do buzão, um pagode rola solto, pena que quase ninguém sabe as letras por completo, vamos fazer um livreto com as melodias para o próximo evento.

         Paramos para almoçar numa churrascaria de Arapiraca, não foi a mesma que Pulga faliu. À tarde muitos tiram um merecido cochilo, quando os gases nos interior de Pulga, começam a ser agitar, o bufento vai para fim do carro e lá fica soltando seu festival de flatulência, achando que não seria notado, mas quando um deles sai do controle e seu barulho acorda todos, uma arruaça acontece, seguida de evasão local. Elizete vendo aquela migração para o seu lado do ônibus, grita para todos voltarem ao seus assentos senão ela faria pior que o filho, ta explicado por que Odalisca tem aquela cara feia.

         Em Estância já à noite, paramos a fim de mudar o motorista. Chegamos em Salvador por volta das 22:00h, alguns ficaram em Lauro: Arroto, Mauricinho, Marcão Zoião e Pescocinho, o restante segue em direção ao Iguatemi. E assim amigos mais um maravilhoso evento se finda, embora não tenhamos explorado o evento em toda sua essência, uma frase simboliza nosso grupo: “As trilhas são apenas um pretexto para que possamos nos reunir”.

    Sds, Arroto.

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  • São João

    São João na Chapada

     

    Chegada: Chapada Diamantina, este foi o local do São João dos Terribles em 2010. Arroto e família chegam no dia 22/06, e lá encontram Cacá e Psico, com suas respectivas famílias, a grande parte do grupo chega no dia seguinte, alguns se instalaram em Palmeiras, outros ficaram hospedados na fazenda e o restante se hospeda no Capão, estes últimos sofreram, distante 25 km da fazenda, a estrada de acesso era poeirenta, cheia de costela de vaca e cascalho. Os sem tetos, Sávio e Olguinha, que foram com “Willy” (não o jipe e sim o cachorro), achando que tinham couro de urso polar, no primeiro dia dormiram nos fundos da sede da fazenda e acordaram iguais a picolé, não deu outra, no dia seguinte pegaram suas trouxas e foram se instalar numa pousada em Palmeiras. Um susto cercou o time de trilheiros, Sr. Rui, pai de Sérgio, teve um infarto na BR 324 ao ir ao encontro do filho, mas devido ao rápido atendimento o guerreiro já esta em recuperação e logo logo estará presente em nossos eventos.

    Fazenda Aliança: Localizada no município de Palmeiras, esta imensa propriedade é rodeada por vários morros cobertos de mata nativa, a sede conta com fogão à lenha e gerador diesel, possui duas represas onde a temperatura d água tem níveis polares, e foi em uma delas que alguns atrevidos tirando onda de pingüins, se arriscaram tomar banho. Arroto ao entrar na água, teve prisão de ventre seguido de “mal de Parkinson”, a tremedeira era infernal. Odalisca quase teve convulsões ao saltar no esparro, seus gritinhos é que foram meio estranhos. Pink é que se deu mal, suas tatuagens pularam fora do corpo quando ele pôs os pés no líquido gelado. Marquinhos Milk ao procurar seu “bilau”, pensou que tinha mudado de sexo, pois não encontrava o mesmo. Sávio preferiu tomar banho no cano da represa, dizendo que estava mais quente, na verdade este cano, era o miquitório da galera que estava dentro d água.

    São João: Fizemos uma excelente festa, regada com bebidas(o licor de Uvaia tava excelente) e comidas típicas da época, além da fogueira e dos fogos que animaram a meninada. No inicio, teve um concurso de forró, e em seguida uma quadrilha foi armada, liderada por Olivia e Siri, maior sucesso em alegria, a única baixa, foi a cotovelada que Psico deu em Arroto na passagem do túnel, o cara ficou grogue por duas horas. Na noite seguinte fomos ao Capão, onde o “forró pé de serra” tava pra lá de bom. Euler, com sua companheira Leda, entrou numa roda de dança e fez sucesso, a galera abriu o centro da pista e o casal deu um verdadeiro show, querem mudar o apelido do Terrible para “Todo Mole”. Sávio, com Willy no colo, chamou a atenção de varias gatinhas que passavam no local, Refluxo, que estava matando macaco a tapa, vendo o sucesso que o canino tava fazendo, pediu o mesmo emprestado, mas só conseguiu a atenção de uma coroa com no mínimo 70 anos e uma guria de uns 6 anos de idade, tal mal o cara.

    O jogo: No dia 25/06, data do embate entre Brasil e Portugal, foi feito um grandioso churrasco, capitaneado pelo representante dos pampas Semi Eixo e seu ajudante Odalisca. O jogo não foi lá essas coisas, mas a alegria do ambiente contagiava a todos. Os colegas Bozó, Kaçola e Lambe Lambe, que estavam alojados em Mucugê, prestigiaram o evento com suas companheiras. As “vuvuzelas” soaram pouco em campo, já na reunião o que fez barulho e fedor, foram as “bumbumzelas”, uma guerra peiodofônica entre Cacá e Pulga, saia até fumaça pela descargas dos caras. Siri quebrou o protocolo e chamou Ghandy de “fraco” em publico, se arrependeu e na manhã seguinte foi pedir perdão aos céus, meditando em um monumento paleolítico local.

    A gastronomia: Fracos de estomago, adoradores de regime, se afastem de D. Evani, a mãe de Vani foi responsável pelo aumento da obesidade de todos os presentes no evento. Incansável na cozinha, uma verdadeira artista do paladar, liderou o time de guerreiras, seus pratos deliciosos fizeram a alegria da galera, para se ter uma idéia no dia que foi servido uma feijoada, Psico repetiu o prato 4 vezes, e olha que ele tava usando uma bacia de lavar roupa para comer. Agora faz sentido aquele corpinho de Cacá, parabéns companheira e até outra oportunidade. O café da manhã na fazenda, foi show de bola, canjica, aipim, ovos de quintal, geléia e manteiga local fizeram a alegria dos presentes. A esposa de Milk confidenciou que adora tirar feria no campo, pois pode apreciar um pão sem “carbureto”, os maldosos não perdoaram, e já estão chamando a Terrible de “Olivia Carbureto”.

    Os passeios: Visitamos vários locais, fomos ao Capão, um vilarejo agradável, com muitos jovens que fazem a alegria do local. O Morro do Pai Inácio também foi ponto de destaque, no topo, quando o guia falou sobre a história do local, Psico gritou que era descendente de Inácio e queria até pular do precipício. Na descida do morro, Marquinhos sugeriu esfregar a “buzanfa” nas pedras, para seguir com segurança. Fomos também a Lençóis, onde foi armado um “pau de sebo”, os locais tentaram escalar o mastro fazendo uma espécie de pirâmide humana, Caca e Psico se oferecem para subir nos ombros dos participante e quase apanham quando os competidores olharam seus corpinhos. No domingo seguimos para Mucugê, lá encontramos com o colega Kaçola. Destaque também para as trilhas feitas dentro da fazenda.

    O retorno: Hora de voltar, não tem jeito, táva bom demais para durar eternamente. Pink, Pulga, Odalisca, Semi Eixo, Zoião, Mauricinho, Euler, Marquinho e Sávio sairam no sábado, Ghandy, Linho e Taylor(irmão de Caca) retornaram no domingo, Arroto, Caca, Pastel, Psico e Xuparino foram os últimos a se renderem, e seguiram viagem na segunda. Este evento já deixou saudades, parabéns Terribles, onde o grupo está, a alegria se faz presente, obrigado a Caca, Vani e D. Evani pela hospitalidade e tolerância com todos nós.

    Sds, Arroto.

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  • 7ª Trilha da Laranja

    Alagoinhas, 05 de Junho de 2010

     

         Alagoinhas, localizada no leste da Bahia, com área de 734 km² e população de 157.810 habitantes em 2009. A origem do nome, se deve aos rios Sauípe, Catu, Subaúma e Quiricó, às lagoas e córregos existentes na região, sua água é considerada de excelente qualidade, sendo uma de suas maiores riquezas, e que faz parte do aqüífero que vai desde Dias d’Ávila a Tucano. O povoamento foi iniciado no final do século XVIII, a emancipação política foi oficializada, no dia 2 de julho de 1853. Em 1964 foi descoberto um poço de petróleo no município, três anos depois já havia 30 poços, motivo que fez com que a Petrobras se instalasse no local, gerando desenvolvimento e aumentando os investimentos.

         Nesta cidade bucólica, foi realizado a 7ª Trilha da Laranja. Paikam e Arroto chegam com suas respectivas famílias, por volta das 13h00min, do dia 04/06/2010, à tarde, Cacá, Vani, Odalisca, Toninho e Pinguinha, também chegam ao Hotel Absolut. No inicio da noite, nos reunimos para jogar dominó no restaurante do Hotel, e ai começou a baderna, cada um sacou uma cachaça mais poderosa que a outra. A dupla Cacá/Arroto, começou a ganhar varias partidas, mas depois foi destronada por Paiakam/Odalisca, aliás este ultimo passou varias vezes com pedra na mão, além de dormir durante o jogo. Pinguinha e Toninho, só levaram porrada. Foi proibido acender fósforo ou isqueiro no local, para segurança de Pinguinha e Odalisca, que estavam em “água dura”.  Lá pelas tanta, nos recolhemos aos respectivos quartos.

        Pela manhã, o café foi reforçado, nosso simpático anfitrião Jairo, nos ofereceu além do já consagrado desjejum do Hotel, uma deliciosa feijoada para forrar o bucho. Pinguinha foi para cozinha do Absolut, fazer uma fafora de sua especialidade, para o grupo degustar durante a trilha, Paiakam comprou dois frangos assados para aumentar o poder de fogo da galera, fora os tira gostos e bebidas que cada um tinha.Toninho toda vez que passava por Odalisca, soltava um sorriso indecente, ninguém entendeu nada, mais isto será esclarecido adiante. Para completar o grupo, chegam Roda Quente e sua esposa Eronice, sem o jipe, pois o mesmo teve problemas com os freios e não deu tempo de consertar.

         Por volta das 10 horas, saímos para o ponto de encontro do evento, que foi um posto PB dentro da cidade, lá compramos gelo e saímos rumo a aventura. Comboio formado e já em movimento, ficamos com os nossos 5 carros, num pelotão intermediário, Roda Quente e esposa, foram na Band de Arroto. Olhando pelo retrovisor, num trecho paralelo a uma linha férrea, Roda Quente percebe um vulto saltando em alta velocidade de um jipe, e indo para a mata local, parecia um verdadeiro foguete, mas na verdade era Paiakam que teve um surto de desinteria, conseguiu segurar a primeira onda, a segunda veio com um “arrepio”, na terceira, não arriscou, num só lance pulou, correu e cag….

         Seguindo adiante, pastos verdes, belas fazendas, mas lama que é bom nada. No inicio da tarde nos deparamos com depressões gigantes, o carro de Paikam empinou o rabicó duas vezes, Irmã de Arroto, sua esposa, rezou umas vinte “Aves Maria”, pensando que o “Black” ia virar. No meio da tarde, veio o primeiro obstáculo com lama, um riacho que deu muito trabalho ao grupo. Encalhou Troller, L200, Quadriciclo e outros brutos, mas os cinco Terribles passaram sem dificuldades. Odalisca tirou onda e passou devagar, a galera ficou espantada com o desempenho do colega. Um maluco local, chumbado de pinga até o dedão do pé, tomou vários escorregões neste local, Matheus, filho de Paikam, foi analisar o fato e voltou todo breado, com uma luva de lama, até os cotovelos.

         Mais adiante, a coisa melhorou, um brejo enorme. Quando o nosso subgrupo chegou no local, já tinha uma montanha de carros atolados. Bandeirante, Land Rover, Troller, Vitara etc. Odalisca passou e retornou, na segunda tentativa, atolou. Toninho e Paiakam, passaram sem problemas. Arroto se ferrou, afundou no charco e teve que ser resgatado por um Engesa. Cacá também não foi feliz e atolou, sendo resgatado pela galera local. Seguindo  adiante, pelo radio, o ultimo pelotão pede ajuda, pois estavam perdidos, Arroto volta com sua Band e encontra os moribundos, guiando os mesmos até o encontro dos demais. Saímos da mata e entramos no asfalto, para depois entramos na trilha novamente. Paiakam, Toninho e Odalisca, passam da entrada do local e se perdem dos demais, pelo rádio Cacá passa as coordenadas aos companheiros a fim de se juntarem ao comboio.

          Já quase no final da tarde, outro obstáculo se apresenta, mais um riacho, agora com uma depressão acentuada e muita lama. Tinha um caminho de pedra alternativo, mas a organização do evento bloqueou este espaço, forçando todos a tentar transpor o pior trecho. Do nosso grupo, Cacá foi primeiro a tentar, mas não teve êxito e teve que ser puxado, Odalisca também tenta, tenta, tenta e nada, cinta nele. Toninho já tava ficando agoniado, botava a mão na cabeça, e dizia não da para passar. Foi a vez de Arroto, com seu Zequinha insubordinado de estimação à bordo, pisou fundo e conseguiu passar, agora foi que Toninho ficou em desespero, tinha sacaneado o colega da Band, no atoleiro passado e se sentiu na obrigação de transpor o trecho, pegou seu “alambique” azul,  pisou fundo, deu um pulo na lama, quase que aquaplanando e seguiu adiante, para o deleite dos espectadores, fez bonito o Terrible. Paikam não atravessa, resolve retornar ao Hotel, pois seu filho passou mal e vomitou. Fafá, esposa de Arroto, mais tarde já a caminho do Hotel, também se sentiu mal e fez o mesmo.

          Numa das paradas de retorno, Pinguinha foi oferecer farofa a uma Zequinha cheia do mé, e quase apanha, teve que ser separado pelos presentes. Os obstáculos se foram, agora só mata fechada à frente A noite já tinha se apropriado da paisagem, entre os aclives e declives o comboio perecia uma linda procissão, com seus faróis e lanternas acesas, seguindo lentamente o caminho, para sair do barro e encontrar com o asfalto, e dai seguir para o Hotel. No Absolut, um maravilhoso jantar nos esperava, preparado com maior cuidado pelos proprietários do local. 

         Lembra do Toninho olhando com safadeza para Odalisca? O cara falou para todo mundo, que tinha entrado no quarto de Cardoso na noite anterior, limpou sua baba, trocou sua cueca e passou “Hipoglos” nas assaduras do amigo, aliás mui amigo esse. Odalisca foi tirar satisfações com Jairo o dono do Hotel, prometendo processar o mesmo se ele realmente tivesse entregado a chave de seu quarto para Toninho. Depois de apurados os fatos e chamados alguns analista de plantão, ficou claro que era tudo fantasia de Antonio Carlos. Fique esperto Odalisca, que pode ser fantasia sexual. Antes da meia noite, todos os Terribles já tinham se deslocados para seus aposentos repousar.

         Amanhece o dia, Odalisca, Toninho e Pinguinha já estão prontos para retornar a Salvador. Arroto e Paiakam, retornam por volta das 11h00min. Cacá fica para o Indoor com Vani, Lá encontra com Xerife, que vê nosso representante na corrida tirar o 3º lugar na “Força Livre”. O casal, inicia o regresso ao lar, por volta das 17h00min. É bem verdade que a quantidade de lama não foi igual a de anos anteriores, mas foi emocionante e divertido, aliás, onde tem Terribles, mesmo que em pequeno número, sempre tem alegria. Agora é só aguardar para o 8º evento desta acolhedora cidade. Agradecemos aos colegas do Alagoinhas Off Road e os do Free Road que ajudaram na organização desta festa de companheirismo, precisa ter muita organização e coragem, pois tinha muito 4×4 no evento.

     

    Sds, Arroto.

     

     

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  • Psico

          Passeio do Emissário 30/05/2010

         Na manhã de domingo do dia 30.05.10 nos encontramos no posto Texaco da Estrada do Côco para o gelo e comprar o churrasco no Boni. Mauricinho, o tesoureiro do clube, organizou a vaquinha do churrasco (precisou de um carro forte para guardar a grana) e Gordura levou a churrasqueira, os espetos, as facas e o churrasqueiro (o próprio).

    Gelo nas caixas e espetinhos nos porta malas, seguimos em comboio puxado por Sávio para buscar a tenda em Jauá. No caminho da casa já tinha uma laminha e uma buraqueira, anunciando que ali mora uma jipeira. Barraca colocada no fundo de Silvio Santos (porta mala do carro, é bom deixar claro) fomos encontrar com Pulga mais adiante que, usando a prerrogativa do cargo máximo do clube, dormiu até mais tarde enquanto organizávamos tudo e não chegou a tempo da nossa saída do posto.

          Já eram cerca de 10:00h quando chegamos ao emissário e alguém, pelo rádio, perguntava como estava o nível do rio, pois na semana anterior ninguém conseguiu atravessar. O rio estava bastante alto parecendo ser intransponível, mas esta é uma palavra que não existe para os Terribles e Olguinha tratou logo de encontrar uma passagem e atolou, Pulga socorreu Olguinha e como prêmio perdeu uma lanterna traseira e o camburão (foi um chororô só). Não satisfeito com o tal do “intransponível”, Pulga deu um show quando transformou o snorkel em um periscópio e com o seu yellow submarine atravessou o rio que, em determinado trechos, tinha mais de 1 metro de profundidade. Depois de muito comemorar nas areias brancas deu meia volta e retornou pelo mesmo caminho para deleite e vibração de todos. Saímos em busca de outra passagem e não encontramos, Mauricinho sugeriu que voltássemos para Arembepe e atravessássemos pela aldeia hippie, mas como já eram mais de 11:00h resolvemos fazer o churrasco ali mesmo, na beira do rio e esperar que baixasse o nível da água.

          Barraca montada, som do carro de Gordura animando a festa, começou a sair um monte de tupware dos fundos dos carros e iniciou a orgia gastronômica enquanto o churrasco assava. Silvio Santos não parava de contar piadas e até providenciou reforço na segurança para dar mais tranqüilidade à turma. O rio nada de baixar e lá pela 2:30h Psico, Psiquinho, Pulga e Mauricinho foram a pé ver se tinha algum lugar no rio que desse para passar. Mapearam uma passagem e Lambe-Lambe foi o primeiro a tentar e conseguir, depois foi Gandhy e Siri com o Samurai que boiou no meio rio que nem isopor e Pulga e Psico empurraram até um banco de areia quando o motor pegou de novo e seguiram para o outro lado do rio, depois vieram Tio Jackson com o Troller que atravessou sem problemas, Olguinha, que estava com 4×2, foi a próxima; mas ficou no meio do rio sendo rebocada por Tio Jackson, depois atravessou Toninho de Troller, em seguida Psico, Gordura e Mauricinho ficaram no meio e precisaram da ajuda de Tio Jackson, Fernando de Engesa e Pulga com o yellow submarine fecharam o comboio. Meligeni e Silvio Santos, de Hilux, ficaram aguardando do outro lado do rio e não atravessaram.

         Travessia feita, foi hora de botar os carros pra pegar. Os carros de Lambe-Lambe, Psico, Mauricinho, Olguinha e Gordura provavelmente tiverem contato com algum schistosoma mansoni e pegaram barriga d’água. O motor de Olguinha, depois de tirada as velas virou um chafariz. No tanque de combustível de Psico tinha até peixe. O óleo de Mauricinho tinha a viscosidade de água mineral francesa e os carros de Gordura e Lambe-Lambe, que quase perde a cabeça numa rebocada de Toninho, precisaram de um boca a boca. Tirada as águas dos carter´s, tanque de combustível, carburadores e distribuidores resolvemos voltar pela aldeia hippie e sair em Arembepe.

         Na aldeia hippie tinha umas crateras enormes de uma plantação de coqueiros. Quando não tinha mais por onde passar apareceu um hiponga com uma roupa engraçada retado com agente, mas quando a turma o cercou, ele ficou mais zen e mostrou a saída pela praia. Como última alternativa, pegamos a praia e, depois de Toninho atolar três vezes, chegamos em Arembepe por volta das 18:00h onde Meligeni e Silvio Santos nos aguardava. Roda livre desarmada, fomos até o primeiro posto na Estrada do Côco para as considerações finais e seguimos em comboio em sentido a Salvador.

         Participaram da trilha Sávio; Olguinha; Willy (o cachorro que não consegue acumular gordura devido a hiperatividade) e um casal de Zequinhas de Jeep, Gordura de Jeep, Psico e Psiquinho de Jeep, Pulga e Lêndea de Jeep, Tio Jackson com Aline e Lavínia de Troller, Toninho com a esposa e mais dois Zequinha de Troller; Mauricinho e Sônia de Jeep; Fernando de Engesa; Meligeni e Silvio Santos de Hilux; Lambe-Lambe e 3×4 de Jeep, Gandhy e Siri na lata de Samurai.

    Abraços,

    Ivan J. Carvalho - Psico

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  • 5ª Trilha do Aniversário

    5ª Trilha do Aniversário

     

     

         São Sebastião do Passé, 24 de abril de 2010, este foi o local e data de nossa trilha comemorativa do 5º aniversário do grupo. Chegamos em comboio, por volta das 09h30min, para o já tradicional e delicioso café da manhã, no “Cris Bar e Restaurante”. Com as lombrigas devidamente alimentadas, nos preparamos para adentrar na trilha, mas o Jeep do Prof. Pardal, apresentou problemas na embreagem e uma parada em oficina local foi obrigatória. Durante esta espera, uma chuva forte caiu no local, prometendo fortes emoções durante o dia.

         Iniciamos nossa jornada no barro, por volta de 12h00min, e logo se via que lama era coisa rara. Washito foi nosso guia, e de cara uma parte do grupo se separa do outro, perdidos nas estradas vicinais do campo. Após o reagrupamento, ficamos a procura da entrada da trilha, coisa que não foi possível, ponte caída e cercas elétricas, dificultaram nossa aventura. Seguimos à procura do caminho que fizemos ano passado, e nesse trajeto, encontramos um caminhão carregado de “bambivis” quase adernado. Ai entramos em ação, foi necessário o Jeep de Pulga, a Band de Arroto, o Troller de Sadan e o Engesa de Pantera, para tirar o bruto do sufoco. Neste meio tempo, Cacá encosta em uma cerca elétrica e tem uma crise eletroboiolesca, acho que o santo do ex dono do Engesa, baixou no Terrible.

         Em determinado ponto do caminho, vislumbramos uma lama de esperança em fazenda local. Numa baixada, um pântano cheio de búfalos, e seguindo no alto, se via um corte na mata, insinuando que por ali tinha uma estrada que nos levaria a algum lugar. Todo Duro, Pulga, Pantera e Enzima vão fazer o reconhecimento do local, só Euler não atola e segue adiante, para constatar que a tal estrada no alto, liga nada a lugar nenhum. Não desistimos, e logo adiante encontramos a entrada da antiga trilha. Parecia que agora as coisas iriam esquentar, porque se ta ruim ta bom, mas se piorar melhora.

         O velho charco, muito conhecido de Sávio, logo aparece. Foi um show de atolamentos, mas prontamente socorridos pelos colegas. Detalhe, quase todos os “Jipes amarelos” (exceto o de Zoião) passaram sem dificuldades. Continuando a nossa jornada, não tivemos mais trechos enlameados, só algumas dificuldades como árvores caídas, erosões e muitos animais na pista, em determinado local tinha um eqüino alucinado, colocando em risco todo o comboio. O JPX de ZU², após orientações técnicas de Xuparino, cai em uma cratera, deixando os 5 ocupantes diasdavilenses emborcados de felicidade. Tivemos muitas paradas para socorrer os nossos “velhos guerreiros”, que as vezes empacavam e não saíam do lugar. Alguns integrantes aproveitaram este tempo ociosos, para coletar uma jaca, que segundo dizem, vão levar na próxima reunião, em forma de doce.

         No inicio da noite, chegamos em Terra Nova, Fred e Arroto, decidem fazer o reconhecimento da trilha nova, feita uma semana antes. Para surpresa de todos, estava tudo seco, nem um sinal de lama, onde dias atrás fizemos uma festa, agora voltava a sua condição normal, para nossa decepção, mas para alegria dos moradores, que devem ter sofrido bastante com as enchentes. Agrupados no posto de combustível local, cantamos parabéns e soltamos o grito de guerra “Avante Terribles”.

         Na viajem de retorno, o Jeep de Pescocinho não acende os faróis devido problema elétrico, o de Zoião teve que ser rebocado por Fred, também com problema elétrico, ai para piorar a situação, Roda Quente tem problemas com a cx de marcha, e tem que ser rebocado por Sadan. Pensa que acabou, em Lauro de Freitas o monstruoso “Troller FuelTec” de Fred quebra o tensor, tivemos que realinhar tudo, Arroto reboca Fred até a sede da empresa de Cacá, e este leva a reboque o carro de Zoião.

         Apesar da falta de lama, o evento foi um sucesso, um total de 23 viaturas prestigiaram o encontro: Arroto e Refluxo de Band, Cacá, Hermano e Pink de Engesa, Euler e filho de Jeep, ZU² e família de JPX, Enzima e família de Grand Vitara, Zoião e Cap. Gay de Jeep, Olguinha e Sávio de Jeep, Salomão e Guerreiro de Jeep, Marivaldo de Jeep, Chico Pantera de Engesa, Sadan de Troller, Xuparino Contra Peso e Thuthucarino de Troller, Costa e família de Jeep, Jairinho e família de Jeep, Psico e Psiquinho de Jeep, Tio Paulinho e família de Troller, Pulga e Lêndea de Jeep, Washito e família de Jeep, Lambe Lambe e Três por Quatro de Jeep, Pescocinho e Pescocinhozinho de Jeep, Roda Quente e Eronice de Jeep, Mauricinho e Soninha de Jeep, Fred e Zé Colméia de Troller. Não foram para a trilha, mas compareceram no posto ou no café da manhã, Kaçola e esposa, Manicure e Tanajura.

     

    Sds, Arroto.

     

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  • Trilha dos Alagados 17/04/2010

    Trilha dos Alagados - Terra Nova

         Rei da Pamonha BR-324, foi nosso ponto de encontro. Saímos em direção à Terra Nova por volta de 08h50min, éramos nove viaturas, e mais adiante no posto Laçador, se juntam ao grupo Xuparino/Contra Peso e Olga/ Sávio, alias os casais estão de parabéns, pois pela primeira vez chegaram no horário, que seja sempre assim. Não tivemos contra tempo até o posto que fica no inicio da trilha, ficamos esperando o colega Enzima chegar com Guerreiro. O comboio foi composto de: Arroto/Fafa (Band), Paiakan/Irmã de Arroto (CJ5), Fred/CJ (Troller), Xuparino/Contra Peso (Troller), Olga/Sávio (CJ5), Enzima/Guerreiro (CJ5), Odalisca (Troller), Pulga/Salsicha (CJ5), Chico Bento/Kalunga/Zequinha (Samurai), Cigano/Juiz (Troller), Zoião/Zoi de Fusca (CJ5) e Manicure/Pedicure (Troller), sendo que Xuparino e Contra Peso deixaram a viatura no posto e foram de carona com os companheiros.

         Entramos na trilha por volta de 11h00minh, e a lama não tardou a aparecer, foi colírio para os olhos do Terribles, fazia tempo que não víamos uma paisagem tão bela. Seguimos o percurso sem maiores problemas, até que adiante a mangueira de combustível do bólido do Pulga, solta e derrama quase todo líquido no ambiente, Guerreiro entra em ação e sana o problema. Em uma ladeira enlameada, o Troller de Odalisca não queria obedecer ao dono, ele girava o volante para a direita o carro só queria ir para a esquerda, depois se recusou a sair do lugar, no embalo vinha chegando Zoião, e quase bate no fundo de Cardoso. Depois de tanto acelerar, o pai de Pulga consegue vencer o obstáculo e sobe o morro. Lá em cima ficamos esperando pelo último Jipe, que era Catarrinho, demorou mais chegou, embora mijando água fervente pelo suspiro do radiador. Outro que apresentou problemas de aquecimento foi o poçante de Zoião, poçante mesmo, demarcou território por onde parou, quem for por lá hoje, ainda verá as marcas de óleo pelo chão.

         A lama começou a escassear, encontramos um charco e resolvemos atravessar, quase todos sem problemas, o Jeep de Paiakan apagou, mas ele consegue colocar o bruto em funcionamento, com um pouco de dificuldade sai do charco. Arroto atolou e foi obrigado a pedir socorro via rádio, Pulga e Fred fizeram seus carros de apoio, para que o guincho da Band atuasse. Outro que teve dificuldades foi Zoião, seu carro morreu no meio do charco, não teve jeito, Guerreiro teve que atuar novamente. Seguindo adiante, um facão no meio da trilha, põe dificuldade para o samurai de Chico Bento, mas seguindo orientações dos colegas, consegue transpor a cratera. Neste meio tempo, Manicure tira onda de trator e coloca seu “Híbrido” mata adentro. Seguindo adiante, uma nova cratera aparece e o maluco especialista em unhas, bota seu “Bufette” dentro da vala, não deu outra, teve que ser puxado por Elevador, devíamos cobrar teste de sanidade mental para entrar no grupo. Retornamos ao ponto inicial da trilha, fizemos uma parada no posto, onde alguns colegas trilheiros de Catú apareceram, eles estavam vindo de São Sebastião, e fardados com roupas do Exército. Devido a constantes aquecimento do carro, Zoião e seu Zequinha resolveram retornar, insistimos que eles fossem conosco de carona, mas eles preferiram voltar com a claridade da tarde.

         O grupo pega estrada novamente, agora em busca do desconhecido, um trecho que nenhum dos presentes conhecia. Para daqui, pergunta de lá, e chegamos em um alagado, as fazendas pereciam que eram de peixes, pois as cercas estavam separando somente água. O primeiro a se aventurar foi Pulga, por aproximadamente 300 metros, só se via a lagoa, mas após ele transpor sem problemas, os outros também se atreveram a encarar o desafio. Pelo rádio ouvimos uma mensagem desagradável, o chassis de Catarrinho tinha partido. Sávio resolve voltar com o carro para o posto, e como miséria pouca é bobagem, o amarelo apaga dentro do alagado, e com suspeita de calço hidráulico. Fred pega seu Troller e segue em socorro ao companheiro. Na sede da cidade, eles deixam o veículo com o soldador “Pedro Salada”, dizem que é o melhor pai de santo da região. No dia seguinte soubemos que Catarrinho já tinha saído do estaleiro, será que isto é bom?

         Após Olguinha e Sávio se instalarem confortavelmente na limusine de Arroto, seguimos viajem. Que maravilha de lama, bonito ver os carros enfileirados, serpenteando o lodo, como a coreografia do “Rebolation”, o som maravilhoso dos pneus compactando o piso e este explodindo em efervescência com o peso dos 4×4, a briga do condutor com o volante, e os Jipes mostrando que tem vontade própria. Fazia tempo que não víamos um trecho igual a este, nos informaram que sairíamos próximos a Amélia Rodrigues, como não tinha graça voltar pelo asfalto, em determinado ponto decidimos regressar para Terra Nova, fazendo o percurso inverso. O desafio maior foi atravessar o alagado, agora no escuro, mas não tivemos baixas, os que sobraram conseguiram chegar a sede do município. Em uma praça paramos para tirar tração e limpar faróis e para brisa.

         Antes que se apague da memória, o Sr. Igor, estava jogando praga nos bólidos amarelos, já estava contando vantagem de ter tirado dois de circulação, o de Zoião e o de Olga, os outros já estavam na sua mira, Arroto atolou, Pulga soltou duas vezes a mangueira de gasolina, e até o então inabalável Enzima, tava com problemas na tração, deu uma derrapada e quase foi beijar as arvores no caminho. Ninguém tem culpa, de seu “Buffete” ter cor “Fukcia” como ele mesmo diz. Mas como praga de arquiteto magro não pega em decorador gordo, Pulga nem se abalou. E assim meus amigos voltamos em comboio, para os nossos lares. Mais um dia maravilhoso se findava, muita união, descontração e desafios, vivenciamos nesta data, agora é só esperar pela trilha do aniversário.

     

    Sds, Arroto

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  • Trilha dos Perdidos-II

      Trilha dos Perdidos -II Camaçari, o Retorno

       As 10h30min foi o horário que saímos do posto Ecovida em Busca Vida, o previsto era 09h00min, mas um Jeep amarelo foi o responsável pelo atraso, não foi o de Olguinha, ela e Sávio não foram desta vez, Pescocinho foi trocar os pneus da viatura e atrasou o comboio. Saímos inicialmente com 4 carros, Arroto e Refluxo na Band, Fred com seu Zequinha de estimação (Zé Colméia), Gordura e Pescocinho. O carro de Luedy apresentou problemas no carburador, paramos em um posto na Parafuso, Gordura sanou o problema depois de quase desmontar todo o carro do colega. Ao chegarmos ao Hospital Geral de Camaçari, Zú-1 (sem Zú-2) com 2 colegas de Zequinhas, se juntam ao grupo

         Por volta de 11h40min, entramos na trilha, foi lama do começo ao fim, é bem verdade que não estava igual às trilhas do ano passado, mas lama é lama e nossos possantes estavam com saudades do lodo. Zú ao ver um charco, achou que seu JPX era submarino e enfiou o 4×4 no lago, teve que ser resgatado por Gordura, saiu uns 1.000 litros de água de dentro do “J”, a farofa que estava no piso do carro, virou pirão. O primeiro obstáculo já era um velho conhecido nosso, Arroto nem se arriscou, baypassou o trecho e posicionou seu carro para guinchar os demais. Fred foi o primeiro a tentar, não deu outra, a lama chegou até o farol direito, Zé Colméia teve que sair pela janela do Troller. O segundo a ir pro brejo foi Zú, seguido de Gordura e depois por Pescocinho, todos tiveram que ser puxados pelo guincho. Neste ínterim, Gustavo tropeçou no pântano e ralou a “buzanfa” no para choque do Jeep amarelo, o pior foi ele ficar mostrando o machucado para todos, cena esquisita. Arroto ficou achando que era o tal, foi passar em por uma pocinha, deu xaveco e ficou atolado, Zú fez o resgate com cinta.

         Zú tinha levado um “Guri de teste”, o moleque entrava em tudo que era charco sem medo de ser feliz, mesmo que afogado. Em um determinado trecho, uma lagoa se formou, o pirralho entrou na água e quase teve que se puxado por cinta, devido à profundidade e o lodo. Não passamos por este obstáculo, tivemos que fazer outro caminho e ai aproveitamos para uma cessão de fotos e tirar a barriga da miséria.

         Chegamos a uma planície, e à sua frente umas dunas, onde Zú tentou subir sem êxito nas primeiras tentativas, só consegui depois de esvaziar os pneus. Fred subiu tranqüilo, seu carro ta animal, ninguém sabe até quando, mas fez bonito. Arroto e Pescocinho fez esta escalada por uma ladeira menos íngreme. No topo, tínhamos duas opções, com e sem emoção, preferimos a primeira e quase Arroto capota o carro, num ladeirão de quase 90º. O marinheiro de primeira viagem Luedy não quis ariscar e desceu por outro local, os demais optaram pela adrenalina.

        Seguindo adiante, deparamos com uma pirambeira onde o batimento cardíaco foi para VDO, mas passamos sem contratempo. Finalmente chegamos no “Atoleiro do Ladrão”, onde em 2009 Fred se escondeu no porta luvas do cargo. A situação não estava tão crítica como no passado, pois tinha pontos que podiam ser atravessados com pouca dificuldade e ainda estava claro. Só Arroto e Fred procuraram encrenca, atolaram e foram resgatados pelos colegas. Para finalizar o evento, atravessamos uma fazenda, para chegarmos à estrada de barro e dali em direção a pista principal.

         No final da trilha, notamos que Jeep de Gordura estava com vazamento pela caixa de redução, ligamos para Pulga que nos orientou a levar o veiculo à sede da Aspil e utilizar as ferramentas necessárias para sanar o problema. Durante este tempo na sede da empresa, apareceu um objeto voador não identificado, uns achavam que era um morcego outros diziam ser o “ET de Varginha”, mas na verdade era uma barata transgênica, maior que a palma de uma mão, para ser daquela tamanho, a doidona deve fumar resíduos petroquímicos.

         Sanado o problema, seguimos aos nossos respectivos lares. Esta trilha podia ser chamada dos “Ex- Perdidos”. Arroto entregou o GPS para Refluxo, e assim, seguindo suas orientações, não tivemos problemas na localização do percurso. Depois de vários meses sem lama, foi muito gratificante voltar ao convívio da galera no meio do nada. Esperamos que outro evento não demore, e que tenhamos um quórum maior, pois quanto mais Terribles, maiores são as emoções.

     

    Sds, Arroto

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  • II Jeepasseio da Tartaruga

    Baixios – Dezembro de 2009

    A ida – 11/12/2009 Estacionamento do Bom Preço Estrada do Coco, Arroto aguarda a chegada de Paikam, pelo rádio escuta alguns Terribles se comunicando, eram “Michael Guilherme Jackson“ e Cacá, que já iniciavam o deslocamento para Baixios, com lambe Lambe no seu DFlash, liderando o comboio.  Paiakam chega por volta de 16h10minh, pegamos a estrada para encontrar o grupo próximo a Guarajuba. O carro de Marlucio estava endiabrado, marcava 80km/h no velocímetro quando na verdade estava com 100km/h, falou que não pisou mais com receio do carro de Vani não poder acompanha seu ritmo, Cacá se arrependeu de ter deixado o Tiradentes ir à frente.

         Paramos no Mirante antes de Imbassay, para uma seção de fotos, na saída o Frankstein de Guilherme não pegou, neste momento Heliomar e família, se juntam ao comboio e com uma cinta puxa o carro moribundo até ele dar a partida, pois com a força humana não foi possível, tava babando combustível pelo carburador, este tem vaga garantida tanto nos alcoólicos anônimos, como nos conhecidos. Em Massarandupió paramos para abastecer as viaturas, o bucho e tirar água do joelho.

    A chegadaChegamos em Baixios por volta das 20h00minhs, lá encontramos Kaçola e os amigos Bozó e Hugo (este último recebeu carinhosamente a alcunha de “Boneco de Olinda”). Após a acomodação em seus respectivos aposentos, nos dirigimos à pousada Encanto, onde nos empanturramos de bebidas e tira gostos, até a lombriga de estimação de Kaçola ficou satisfeita, e olha que com uma barriguinha esbelta daquela, a mimosa deve ter o comprimento do rio Nilo. No meio do papo alguém solta um grito desesperador: ”_pimenta não bebê”, era dona “3 por 4” que estava preocupada com o trato digestivo do maridão. Pouco depois, chega Pulga com Lêndea, Odalisca, Cap. gay e Sr Ruy, deixando o ambiente ainda mais agradável. Descobrimos que Odalisca ligou em desespero para Kaçola, pedindo ao mesmo que solicitasse a retirada da cama de casal do quarto e que fosse colocadas duas de solteiro, pois iria dividir o quarto com Fernando e com um cara que tem o apelido de Semi Eixo, ele não quis ariscar. Isto é que é querer mal “acunhado”, ops, desculpe ao cunhado.

    Fazenda Pajuçara 12/12/2009Após o café da manhã, saímos para o ponto de encontro, onde se uniram ao grupo, Meligeni com a namorada, Euler com seu filho e nora (desta vez não esqueci) e Ghandy com Siri. De lá nos dirigimos até o local do evento. Não demorou muito e estávamos adentrando pelas cancelas da fazenda, onde fomos recepcionados pelo Sr. João que nos guiou até o rio.

         O primeiro a atravessar o rio foi Pulga, seguido por outros companheiros. O Samurai de Ghandy soltou a descarga, na vez de Kaçola, o distribuidor de seu bólido molhou e o mesmo parou e ficou que nem barco encalhado. Cavalcante prepara seu 4×4 para socorrer o náufrago, mas comete dois erros cruciais, o primeiro foi não ligar a roda livre, o segundo e mais grave foi entregar a direção para Sérgio. Não deu outra, Troller atolado, Pulga teve resgatar os colegas. Um burro que pastava na redondeza, soltou uma gargalhada sarcástica (zurrou) ao ver tantos de seus colegas dentro do rio, se ferrando em pleno sábado para tirar os veículos da encrenca, deve ter pensado: ”_viu rebanho de oreba, e ainda dizem que a besta sou eu”. Depois de sanados os percalços, estacionamos os poçantes e seguimos a pé, cheios de tralhas e numa lua de rachar, até a sombra de uma frondosa árvore na beira do rio.

         Dentro da água, uma inhaca estranha aguçava a nossa curiosidade, cutucamos o piso para ver se não era merda, um olhava para o outro, desconfiado do colega estar soltando gases de efeito estufa descaradamente, até que alguém não agüentou e falou: ”_esta água ta fedendo muito”. Heliomar, inocentemente explicou: ”_galera, este aroma é do meu bonezinho”. O cara tava com um chapéu de couro, tipo de vaqueiro da caatinga, fedia mais que o chulé do meu filho, não deu outra, foi chamado de “Cabeça de Cocô”, um engraçadinho sugeriu formar a dupla sertaneja “Cacá e Cocô”, se quiser apresento a banda “Skank com Diarréia”, ai o sucesso ta garantido.

         Patrícia, esposa de Paiakam, conhecida agora como “Irmã de Arroto”, nos servia tira gostos dentro da água, com sua gentileza natural. Cap. Gay era chamado para tomar corretivos a todo momento, por sua esposa, aliás, ele estava com uma marca estranha nos lábios, questionado se foi uma mordida na hora do “vamu vê”, ele respondeu: ”_que nada, tava passando roupa, senti um odor diferente, fui cheirar o ferro, esqueci que tava quente e ai queimei o beiço”.

         No final da tarde, uma tropa de choque liderada por Pastel, surge nas margens, de mãos nas cinturas, com olhares fulminantes e soltando fumaça pelas ventas, não deram uma palavra, mas, um a um os paquidermes foram saindo das águas, com as trombas arriadas, nos bastidores corre rumores que elas organizaram um grupo subversivo, vulgarmente chamado de as “Pelvelças”, cuja meta, é retirar nossos Jeeps e nos entregar um fogão para pilotar, e só nos permitir trilhar da cozinha para área de serviço. Vamos ficar atentos.

         Ghandy não teve problemas com o mulherio, não entrou na água, preferindo ficar sentado em um tronco todo o tempo, até dormiu, pode santa? Paikam tomou um beijo “fraternal” de Odalisca, essas bibas, sei não, deve ter sido culpa da cachaça. Helinho ao fazer a travessia de retorno, bate o para choque em um banco de areia e solta o mesmo.

    O JantarNo sábado à noite, fomos brindados com um delicioso jantar, servido pela simpática Sra. Zezé e seu filho, na pousada Encanto. Para abrilhantar ainda mais o evento, o grupo agora estava completo, com a chegada de Mauricinho, Zoião e Zé Colméia com suas respectivas esposas. Piadas, histórias e até karaokê rolou. O dono do “Boilão” deu um show de canto, tirou nota máxima e espantou todos os insetos do lugar. Lá pelas tantas fomos dormir, depois do exaustivo, mas agradabilíssimo dia.

    Lagoa do Mamucabo 13/12/2009Os companheiros, Mauricinho, Sérgio, Heliomar, tiveram que retornar mais cedo para Salvador, o primeiro foi trabalhar, o filho do Cap. estava com febre, e o ultimo teve seu carro rebocado, com problemas no cambio.

         Logo pela manhã, o colega Lampião (este tem bom gosto para 4×4), entra em contato conosco, e se predispõe a nos levar até a lagoa. Da praça do vilarejo, partimos em direção ao local almejado. Primeiro pilotamos pela praia, para depois subir as dunas e seguir adiante por uma fazenda. Outro colega se junta ao grupo, foi o Playmobil com seu Samuca verde. Não demora muito e o paraíso aparece, uma lagoa porreta, a alguns metros da praia, rodeada de coqueiros e outras plantas nativas.

        Ai foi só alegria, nadamos, comemos e bebemos, além de fazer uma das coisas mais maravilhosas que inventaram, que é sacanear os ausentes. Depois das 12h00minhs, resolvemos voltar, para preparar a viajem de volta, no caminho topamos com uma galera do Bahia Off Road. Seguindo adiante, encontramos uma Ranger e um Land Rover apuros. Se juntaram ao pessoal do “Off”, não tinham rádio, ficaram no final da tropa, a mangueira do turbo da Land estourou, pararam e se perderam do grupo. Com as orientações de Cacá, Euler e Cia, uma silver tape e cintas prensa de Paikam, o 4×4 ficou melhor que antes. Os dois veículos voltaram conosco para Baixios.      

    O Retorno – No deslocamento para encontrar com o grupo, o carro de Paiakam recebe uma lapiada no para lama traseiro, o cara soltou os cachorros em cima da motorista, que ficou encolhidinha dentro do carro e não deu nenhum pio. Depois de agrupados, partimos por volta das 15h00minhs, o Jeep de Pablo, teve que ser rebocado por Cacá, não pegava de jeito nenhum, alias este 4×4 e o de Michael Jackson tiveram que ser empurrados várias vezes, ora por Pulga ora por Arroto. No percurso, falta combustível no Frankstein, Lambe Lambe tira o galão do seu bólido para socorrer o sedento. Paramos no posto de Massarandupió para abastecimento. O carro do Pivete não pega mesmo abastecido, Pulga, sempre prestativo, subiu no para choque do Willis para checar o problema, ficando na posição que Napoleão perdeu a guerra, Cavalcante, aproveitou da situação para dar uma fungada na descarga humana de Diogo. Foi constatado que a borboleta do carburador tava travada, e logo foi consertada.

         Entramos no vilarejo de Diogo, para um magnífico almoço no restaurante “Sombra da Mangueira”. De bucho forrado seguimos nossa viajem, no caminho recebemos a informação que Marcão tinha ligado, preocupado com a galera. Lagostão, correu tudo muito bem, sentimos sua falta e dos outros colegas, mas vocês não foram esquecidos, sempre estavam presentes nos nossos papos.

         Paramos no posto Esso de Lauro de Freitas. Não satisfeito dos empurra empurra de Jeeps, Todo Duro jogou por engano água no distribuidor do Hell Boy. A palavra foi dada a Euler, que liderou nosso grito de guerra, “Avante Terrible”. Cada um agora segue seu caminho, de alma renovada, com destino a seus respectivos lares. Sem dúvida foi um dos melhores fins de semana que tivemos. Não tem coisa melhor que curtir a natureza, desafiar os obstáculos com os amigos e familiares, socorrer e ser socorrido nos momentos difíceis, valeu pessoal por estes momentos maravilhosos, cada dia que passamos ao lado de vocês, temos a certeza de ter escolhido o grupo certo, e agradeço a todos por nos permitir fazer parte desta família. Que venha o próximo evento.

    Sds, Arroto.

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  • TRILHA CAMAÇARI - 19/09/2009


    Camaçari, 19 de Setembro de 2009

     

     

         Posto EcoVida, na entrada de Busca Vida, foi o ponto de encontro deste evento, que contou com muitos veículos, mas apenas três do nosso clube, a Band de Arroto com seu filho Refluxo, os Jeep´s de Paiakam com sua esposa B.S. e o de Mauricinho. Próximo de 09h00minh, saímos em direção ao centro de Camaçari, onde nos foi servido um saboroso café da manhã. Saímos em carreata pelo centro da cidade, para depois, seguir em direção ao inicio da trilha. Dois Zequinhas pegaram carona com Mauricinho, Olguinha e o Zeca Seca do Sávio. Nunca deixe o Jack elogiar nada seu, os dois foram convidados para ir na confortável Toyota amarela, mas os ditos cujos se recusaram, alegando que o “Boiolão Verde” do colega era mais confiável, pois nunca tinha atolado, mas adiante vocês verão o que aconteceu. Toucinho e Diarreia, também estavam de carona com a galera. Washito se fez presente, testando um Willys, e como sempre, prestativo nas dificuldades alheias.

         Entramos na trilha, e muita poeira acompanhou o grupo. Não tardou a aparecer o primeiro obstáculo, um lamaçal enorme, atolou Troller, L200, Band, Land Rover, Vitara e trator se aparecesse, atolava também. Ficamos no rabo da gata, especulando e fazendo cálculos, de como atravessar aquele lodo. Reunidos, decidimos ariscar , tinha um caminho alternativo, mas qual a graça de não encarar o desafio. Ficou para Arroto se aventurar primeiro, palavras de incentivos foram ditas, do tipo: vai lá Arrotinho, engata a reduzida, pisa 20º no acelerador, tangencie aquele monte merda e etc, a Band pulava mais que mula dando coice, quando parecia que o percurso seria vencido, afundou sem dó nem compaixão. Era vez do inatólavel Jeep verde, que veio rasgando o pântano, e de repente ficou todo atoladinho, fazendo companhia ao outro Terrible no limbo. Mauricinho foi resgatado primeiro, a Band deu entrada de ar, devido o copinho do pré filtro de Diesel ter rachado na passagem. Uma Troller e um Engesa foram necessários para tirar do obstáculo. Paiakam foi o último a arriscar o trecho, mas não teve jeito, afundou no charco, e ainda quebrou duas pás da hélice do radiador. O cara tava desolado, com uma fisionomia de quem pergunta: Onde fui amarrar minha égua? E a Band? Para continuar a trilha, foi necessário colocado uma camisinha, isso mesmo uma camisinha no copinho do filtro.

         Sávio, para não molhar suas sapatilhas, pegou carona no estribo da Band. Arroto, depois do xaveco anterior, não quis arriscar e pisou fundo para atravessar uma laminha, resultado: O Zeca deu um salto, pisou novamente no estribo, deu outro salto e caiu de buzanfa na lama. Em seguida, veio uma pirambeira,  de quase 90º, que atravessamos sem problemas. Um maluco deu um salto mortal no cume desta duna, tropeçou, virou bolinho de estudante e acho que deve esta rolando ladeira abaixo até hoje.

         O terceiro grande obstáculo chegou, outra planície encharcada. No local uma Troller tinha atolado, a que foi no seu resgate também ficou, uma outra que foi ajudar se ferrou, mais uma apareceu e adivinha o que aconteceu? Quatro Troller´s ligadas pelos cordões umbilicais das cintas. Deu um trabalhão desembaraçar aquela suruba motorizada. Arroto foi chamado para socorrer com o guincho, a Band de Lampião, só no estacionar, o Terrible atolou o carro. Lampião já tinha sido socorrido, quando foi a vez de Papai Noel se enroscar, Arroto tira o velhinho do sufoco com o guincho, tentou passar pelo trecho e também ficou. Foi salvo por um Troller de um colega Free, que fez de sua viatura, um ponto de ancoragem para o guincho da Toyota. Mauricinho, achando que o olho do seca pimenteira não ia mais atuar, tentou passar pelo trecho, e ficou no charco, teve que ser resgatado e encontrou outro lugar para passar. O ex-inatólavel, tava patinando até em cuspe, é bem verdade que ele estava sem os pneus titulares. Paiakam, ainda não totalmente refeito do susto, não arriscou e procurou um lugar mais enxuto para atravessar. Este trecho tinha a maior quantidade de Jeep´s atolados por metro quadrado  que eu já vi, teve um Samurai que quebrou a barra de direção, e ficou para ser resgatado no final do dia.

          Seguimos adiante e ficamos perdidos, rodando em círculos pelo descampado, quando vimos outras viaturas vindas em nosso encontro. Constatamos que estavam piores que nós, pedimos ajuda pelo rádio, uma moto que seguia o comboio, veio em nosso socorro. Logo o 4º obstáculo aparece, um aclive acentuado e com piso fofo, deixou muito Jeep patinando no areal. Tinha um by pass, e resolvemos passar por ele. Lembra do que foi falado sobre o Zeca Seca, um Vitarinha branco foi motivo de eloqüentes elogios do carcará, o resultado foi que o pobre veículo virou no by pass, foi mais o susto, ninguém teve nada, e os colegas tiraram o carro do buraco. A noite já tinha se apoderado do ambiente, quando resolvemos retornar, o final do dia terminou no Beach Stop, regado a cerveja, pastel de camarão, carne do sol, escondidinho e lasanha.

         No dia seguinte, o in door foi um espetáculo, parabéns a Jairinho com seu velho guerreiro a Xuparino, que voou baixo com sua ferrugem ambulante, a Cacá, que mesmo sem o seu Troller titular deu show, a Jairão que está confiante de levar um caneco no campeonato, a família Lagosta, que colocou pai e filha para competir(as línguas ferinas estão dizendo que a Lagostinha corre melhor que o véio). Terminado a competição, a galera se dirigiu para o aniversário de Ghandi, que foi regado a “carurivis” e muita alegria. E assim mais um fim de semana com trilha foi terminando, esperamos que na próxima, os Terribles se façam mais presentes, os companheiros do Free Road foram sensacionais, nos deram todo apoio, mas vocês fizeram falta, muita falta.

     

    Sds, Arroto.

     

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  • II Trilha da Penélope


    Trilha da Penélope - Terra Nova

     

    22/08/2009

     

         O Rei da Pamonha na BR, foi o ponto de encontro deste evento, que além do aniversário de nossa Penélope, Olguinha, marcou o batizado de Marlúcio com seu belo Jeep CJ-5. O cara tava feliz da vida, pediu para nos agrupar, sacou uma bazuca, apontou para a turma e disparou, nesta fração de segundo, muitos pensaram é o fim, o extermínio dos Terribles se aproxima. Nada disso galera, foi uma máquina fotográfica com uma lente de uns 2 metros de comprimento, que o nosso colega estava na mão, o que lhe rendeu a alcunha de “Lambe Lambe”.

        Saímos pontualmente atrasados, mais uma vez. Após o posto fiscal, surge um problema no carburador do carro de Todo Duro, rapidamente resolvido pelo Guerreiro Jailson. Neste ínterim, quem passava pela BR e via aquele mar de Rosas, imaginava se tratar de uma “Carreata Gay”. Seguimos até Terra Nova. O carro de Jairão apresentou pane seca, como o local não era seguro para checar o contra tempo, Fred puxou o presidente até o posto mais próximo, onde foi constatado obstrução na mangueira de combustível. Durante esta parada, JP e Pulga deram um show de capoeira gaúcha. Sanado os percalços, entramos na trilha, e ai surgiu a pergunta: Cadê a lama? Quase não tinha, pelo menos as que apareceram deram emoção.

        No primeiro obstáculo passaram os feras Salomé, Enzima e Euler, em seguida Lambe Lambe encarou sua primeira lama, ficou enganchado, quando a galera se preparava para socorrê-lo, tinha se virado só e seguido adiante. Para um cidadão que até pouco tempo não sabia o que era roda livre, nem a função das alavancas no piso, chamava rolamento de rolimã achando que as mesmas só serviam para fazer patinete, se saiu muito bem, parabéns ao colega.  Pulga tentou dar golpe de estado no presidente, pegou a Band e atolou, foi ajudado por gordura, imaginem a cara de Jairão. O restante da galera passou com a orientação da turma. O filho de Sem Pescoço, apareceu com o que parecia uma barra de chocolate na mão, antes fosse, era o rádio portátil do pai, que ele tinha enfiado na lama ao tomar um escorregão. Aliás, os moleques aprontaram e se divertiram bastante, estavam iguais a pintos na merda, todos borrados, mais felizes da vida.

         Alguns quadrúpedes carregados de “bambivis” apareceram no trecho, e deram aula de pilotagem, não atolaram, desviaram dos obstáculos com precisão, pensamos em contratá-los para consultores técnicos do clube, mas o dono descartou esta proposta, pois “eles podem ser burros, mas não são bestas”.

         Surge o segundo obstáculo, o que no mês passado era um rio intransponível, agora não passava de um charco. Neste intervalo Ghandy fica a observar e detalhar pelo rádio, as borboletas do caminho, com sua sensibilidade ecopoética. Tava na cara que esta camisa ia inspirar alguém.  Salomé teve problemas com a roda livre de sua viatura e atola, Enzima socorre o companheiro. Lembra de Gandhy, senso ecológico, natureba, Priscila a rainha do deserto… pois é, passou com seu Samurai sobre centenas de borboletas que estavam recolhendo sais minerais do solo (Terrible também é cultura), só sobraram umas quatro para contar a história e chorar pelo infortúnio das colegas.

        Chegou a vez de Roda Quente, o trecho já tava ruim, mas ele acabou de ferrar tudo com seu CJ-5, não saia do atoleiro nem com reza braba, e teve que ser puxado por Gordura. Fernando semi eixo, vendo o estrago, resolve fazer seu próprio caminho e sobe um barranco com toda brutalidade que seu Engesa possui (e ai gaúcho, to perdoado?). Cambalhota, irmão de Olguinha, faz a lição de casa e passa pelo trecho, Arroto vem logo em seguida, não aprendeu nada, fica atolado e é puxado pelo Catarrinho de Olguinha, olha esse Jeep deu show, tirou muito marmanjo da lama. Passa Marcão, com seu Lagostão, sem dificuldade. A mãe de Pulga tentou passar com o Wrangler, mas não foi possível, quem socorreu? Catarrinho. Enquanto estava sendo puxada, não perdeu a classe, passou batom e retocou a maquiagem. Desponta Fred com seu Troller para ser batizado, a expectativa foi enorme, mas também não passou, e teve que ser puxado. O mineiro ficou com saudade do Frankstein, e já ta pensando em fazer um upgrade no possante, nada muito complicado, um motor a jato, kit de suspensão de retro escavadeira, calços de 10 polegadas nas molas, etc. A esposa de Heliomar, que tinha expulsado o barbado do volante, não quis saber de conversa, tirou a peruca rosa e subiu o barranco com seu Troller, sem dificuldade. Chega a vez de Pastel, acelera daqui, pisa no freio de lá, lambe o dedo para ajeitar a sobrancelha e… pimba atolou, mas a culpa não foi dela, os Fillizolas de plantão, afirmaram que Cacá deu sobre peso no carro ficando o mesmo acima do limite tolerado. Para finalizar este trecho, passa Euler seguido por JP, os outros colegas, que não são bestas, passaram por um trecho, menos complicado.

         Seguimos adiante, à procura de um local para armar o churrasco. Já devidamente alojados, alguém grita: “Ta lá um corpo estendido no chão”. Depois de uma checada no individuo, foi constatado se tratar de Odalisca, que estava descansando, ele fez hora extra à noite toda, em seu novo trabalho, que é provar líquidos fermentados e destilados. Exemplo de bom profissional, trouxe o material de trabalho para o lazer.

         O aniversário foi um sucesso. Pense numa mulher contente, Olguinha, como sempre, estava esbanjando simpatia e felicidade, seu sorriso ia de orelha a orelha, dona da trilha e rodeada de amigos, seu amarelinho tirando onda de guincho e sem o marido Zequinha ao lado. Sávio foi expulso do carro pelo cunhado, e teve que se virar para arranjar carona em outro Jeep, o cara tá sem moral. Que dia maravilhoso, a comida estava deliciosa, surgiram histórias e piadas, e logo a falta de lama foi esquecida. Gordura ligou seu “Trio Elétrico”, e nele musicas nostálgicas foram ouvidas. Cantamos os parabéns, e no final da tarde, o acampamento foi desmontado, sem deixar sujeira para o meio ambiente.

         O comboio segue seu caminho, adiante o carro de Olga afunda numa vala cheia de lama. Roda Quente tira o velho guerreiro do sufoco, mas o estrago tava feito, a direção ficou avariada e sem a marcha ré. Adiantamos os passos, Arroto ao pisar na embreagem, ouve um estalo na sua Band, e as marchas não funcionam, Paikam fala ao comboio que o veículo esta com problema, mas o verdadeiro defeito do carro, foi o excesso de Zequinhas que ele tinha, três ao todo, e com certeza um deles tirou a alavanca da tração do lugar. O rumor foi de sabotagem.

         A noite se aproximava, passamos sem dificuldade, por uma ladeira muito íngreme, com uma erosão gigante. Em seguida saímos da trilha e paramos no posto BR de São Sebastião do Passé. Roda Quente emprestou o Towbar a Olguinha (ele acha que ainda verá o equipamento), pois Catarrinho não tinha condições seguras de seguir o percurso, foi puxado pela Band de Arroto. Os companheiros Cacá e Heliomar comandados por Xuparino, completaram este pequena tropa até Jauá. Justiça seja feita, Marcel foi um excelente batedor (não de carteira), e na trilha se comportou bem, não cometeu erros e deu boas orientações. O moleque ta aprendendo.

         E assim meus amigos outro evento se encerra, Já dizia Einstein, o tempo é relativo, um minuto com uma pessoa desagradável parece uma eternidade, mas, um dia com vocês, passou muito rápido. Saudações a Joaninha, que de tanto ficar na garagem com seu brinquedo, ficou com medo de estar com a gripe suína, ao saber que Javali é parente de porco.  Danilo, Pedro Henrique e Calunga vocês não foram esquecidos. As primeiras damas deram um show à parte, e as crianças encheram o lodo com traquinagens. Um abraço a todos, e até o próximo evento.

     

    By Arroto

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  • Resenha Trilha da Laranja 2009


    Trilha da Laranja 2009

    06 e 07 de Junho  

     

         A noite já tinha se instalado em Alagoinhas, quando chegamos. O Jeep do até então “desapelidado” Hudson, teve que ser rebocado por Arroto, devido o aquecimento anormal de sua roda “traseira”, o que lhe rendeu a alcunha de Roda Quente. Após nos instalarmos no aconchegante Hotel Absolut, nos reunimos para colocar a conversa em dia. Piadas e “causos” foram contados, enquanto aguardamos a entrega dos kits, pelos organizadores do evento. Por volta de 23h00minh, quando os últimos Terribles chegaram, nos recolhemos aos aposentos para o merecido descanso. Parabéns ao Pulga, não tivemos nenhum problema com as reserva, no qual ele foi o mediador.

         No dia seguinte, depois do excelente café da manhã no restaurante do Hotel, seguimos para o ponto de encontro da trilha, que foi o Posto Estrela. Lá já abastecidos de combustível e gelo, o presidente nos reuniu, cedeu a palavra para Euler, que comandou o nosso grito de guerra: Avante Terrible”.  

         Seguimos em Jeepeata pela cidade, onde fomos recepcionados de forma calorosa pelos habitantes. Uma simpática senhora nos ofereceu licor caseiro em uma das nossas paradas, acertou em cheio, desovou seu estoque para Aguarino.

         Lentamente o asfalto cedia terreno ao barro, e sob o aceno e palavras de boa sorte da população, a lama e a mata chegaram. Cipós, folha e ramos, invadiram nossas viaturas, árvores caídas tentaram em vão obstruir a nossa passagem, que como tanques de guerra, avançavam em direção ao desconhecido. Enzima gastou uma cartela de fusíveis em 20 minutos de trilha, devido problemas nos ventiladores do radiador, e num golpe inusitado, trocou o pai Zequinha pelo mecânico salvador, Jailson, acho que Jairão saiu perdendo nesta permuta.

        Logo o primeiro grande obstáculo apareceu: Passar sobre um charco seguido de muita lama. Um Vitara tentou atravessar pelo charco e ficou, teve que ser puxado. No atoleiro muitos ficaram, mas bravos companheiros estavam lá para dar o socorro necessário. Vencido esta etapa, seguimos o nosso destino. Mais adiante um Terrible encontra integrantes do Village People atolados até o rabo, e entre choros e soluços o nosso guerreiro orientou os gayrreiros a se desvencilharem da dificuldade, segundo testemunhas  rolou até afeto na despedida. O sistema é bruto, a trilha não é Disneylândia nem Xou da Xuxa.

        O segundo grande obstáculo não demorou a chegar, Arroto fica com o diferencial de sua band presa na lama, café pequeno, pois Jairinho e Euler logo o tiraram do atoleiro. Jairão e Gaucho também ficam presos neste ponto, mas também são resgatados. Xuparino deu uma de Tarzan sem Jane procurando a chita, e volta com o pé furado da mata. Seguindo adiante Odalisca pede socorro a Aguarino, o álcool de sua viatura tinha acabado (mas sua viatura não é à gasolina?), Aguarino passa suas coordenadas para que Odalisca o encontre: Linha do Equador, 120º à boroeste, se alguém souber onde fica isto, me informe.

        O terceiro grande obstáculo surge em uma ladeira enlameada, grudava como cola. Paiakam ficou preso, deu passagem para Mauricinho, que tirou onda de DNER, e abriu caminho para o ex Zequinha ancora. Jairão também parou, pede socorro para o Mauricinho, o mesmo nos informa que retornar com o “Boiolão” era quase impossível, mas o paulista desce de seu bólido e arriscando sujar suas botas, desce a ladeira para nos salvar. Bem orientado Jairão sai do sufoco, Arroto também passa, seguido do “Panzer” de Caca.

         Logo chega o alfalto e a noite também. Fomos em direção a segunda etapa da trilha. Não demora muito para um obstáculo parar a tropa. O engesa do Gaucho e a band de Jairão, ficam atolados. Jairão mesmo com lama no diferencial puxa com seu guincho, o Gaucho do atoleiro, Arroto também posiciona sua band e puxa Jairão do atoleiro. No rádio ouvimos o grito dos desesperados, varias viaturas estão atoladas e perdidas na frente, a natureza vence, não podemos subestimá-la, seguir adiante virou missão suicida. Como os Terribles são valentes, mas não são loucos, o presidente reuniu seus conselheiros naquele “Palácio do Lamalto” e democraticamente tomou-se a sensata decisão de retornar ao quartel general. Voltamos felizes e com lama até a alma.

         Depois de tirar o massapé do corpo nos encontramos no restaurante do Hotel, onde no final da noite fomos agraciados com um delicioso jantar. Reunidos, começou a resenha, Pinguinha só se lembrava do primeiro gole, no que deixou Toninho em alerta, afinal seu filho pode puxar ao cunhado, é do sangue. O Capitão ficou preocupado com o banho demorado de Mauricinho, e assim com sorrisos até as orelhas este dia foi terminando, nos recolhemos para o descanso, afinal, no dia seguinte tínhamos outro desafio.

    By Arroto

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  • POSSE DO NOVO PRESIDENTE


    POSSE DO NOVO PRESIDENTE

    04 DE ABRIL DE 2009

     

    Dia 04 de Abril – Dia do Jeepeiro

     

    Dia 04 de Abril – Aniversário do TERRIBLE 4X4

     

    Dia 04 de Abril de 2009 – Posse do novo presidente – JAIRÃO

     

    Como não podia deixar de ser, o dia prometia muita animação, afinal seriam 3 comemorações em uma única data.

     

    Saímos por volta das 11 horas da Oficina Concórdia com destino às dunas de Jauá, onde realizamos um breve passeio.

     

    Nos dirigimos ao condomínio de Xuparino, onde todo um aparato festivo nos aguardava.

     

    Tira gosto, Cerveja, Whisky, refrigerante e uma bela feijoada.

     

    Tudo acompanhado de música ao vivo e muita descontração.

     

    Após o almoço, nosso até então presidente Cap Gay, iniciou uma oratória agradecendo a todo o grupo e se despedindo de seu mandato.

     

    Fez uma honrosa homenagem transmitindo o troféu GUINCHO DO ANO em uma retrospectiva dos 4 anos de existência do TERRIBLE 4X4.

     

    (TROFÉU GUINCHO DO ANO – Homenageia uma pessoa do cenário Off Road Baiano por sua contribuição ao TERRIBLE 4X4)

     

    2005 – CHICO “PANTERA” – Em reconhecimento à sua atenção ao TERRIBLE 4X4 e presteza incondicional ao grupo que muito ajudou no desenvolvimento e auxiliou em diversos apuros, onde os “velhos guerreiros” apresentavam condições precárias e pouco ou nenhum investimento, onde as dificuldades das trilhas eram infinitamente superiores neste momento.

     

    2006 – FREE ROAD representado pela pessoa de MIGUEL “URUBU” – Em reconhecimento ao companheirismo e união consolidados nos eventos e trilhas de participação conjunta.

     

    2007 – “JAIRÃO” -    Homenageado por ter se tornado literalmente o “guincho do ano”, onde ainda poucos Jeep’s possuíam guincho, foi altamente solicitado e com enorme disposição retirou diversos jeepeiros de apuros.

     

    2008 – “CACÁ”- Em reconhecimento à sua disposição em manter o grupo unido, transmitindo seus conhecimentos e orientando diversos integrantes em situações adversas.

     

    Após as devidas homenagens e sua despedida, “Cap Gay” transmitiu a presidência para “JAIRÃO”, que iniciou seus trabalhos de presidente colocando diversos presentes em situação difícil.

     

    Ao fazer sua explanação de posse, se emocionou ao agradecer todo o grupo pela confiança transmitida a ele e com suas palavras transmitiu emoção a diversos presentes.

     

    Aproveitou sua posse para anunciar a equipe que lhe apoiará diretamente durante seu mandato e salientou que a contribuição de todo o grupo é essencial para o bom andamento dos trabalhos.

     

    O conselho do TERRIBLE 4X4 também homenageou “Cap Gay” e a equipe de apoio pelos trabalhos realizados durante o ano de 2008.

     

    Afinal, mais um dia divertido e em companhia de muitos AMIGOS!

     

    Parabéns CAP GAY pelo trabalho realizado e muito sucesso à JAIRÃO no decorrer do ano de 2009.

     

     

     

    By Fred Mineiro

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  • 1 Trilha da Jibóia

     

    1 TRILHA DA JIBÓIA


    SEXTA_FEIRA - Saímos em Comboio às 18h30 (apesar do horário marcado ser 16 horas) do Posto Nota 1000: Eu (CJ5), Mauricinho (CJ5), Pulga e Salsicha(CJ5), Gordura (CJ5), Meligene (CJ5), Fernando Semi-Eixo (Engesa), Jairão (Band),  Cacá e Mano (Troller AP) e Marcão e Márcia (Tracker). 

    Viagem tranqüila, no ritmo do jeep, sem maiores problemas, chegamos a Castro Alves por volta das 21h30, indo para  a Pousada do Poeta, bem na praça da cidade, em seguida fomos para o Parque de Vaquejada, onde havia um coquetel de recepção, tudo muito gostoso, aí retornamos para a pousada, onde Telma (sua dona) preparou um delicioso fígado de carneiro acebolado com farofa e tomate seco SENSACIONAL, regado a muito whisky e cerveja, depois fomos dormir, ansiosos com o outro dia, pra quem quis na praça rolou o maior pagodão!!   

     

    SÁBADO – Chegaram Xuparino e Contra-peso se juntando ao comboio TERRIBLE, preparamos os jeeps para o deslocamento, fomos em comboio em direção à Serra da Jibóia, aproximadamente 50 carros, passamos por alguns atoleiros, o principal no pasto foi dificílimo, pois nenhum dos carros conseguiu passar, até que Faca Cega foi por um atalho e conseguiu passar (sem ir pelo traçado original, rssssssss), chegamos à Serra da Jibóia por volta das 17 horas (após subidas íngremes e muita erosão), e pudemos apreciar uma vista sensacional, avistando três cidades lá em cima, pois estávamos a mais de 800 metros de altura. Após descansar os ‘velhos guerreiros” iniciamos a descida (aliás, Salsicha iniciou antes, ao tentar passar por cima do “boiolão”,  o Jeep de Mauricinho e quase caindo ribanceira abaixo). Após resolvermos alguns problemas técnicos no Jeep de Meligene, fizemos a descida juntamente com o pessoal do Jeca Offroad, de Cruz das Almas, fomos direto para o Parque de Vaquejada, onde foi servido um delicioso jantar e, em seguida,  retornamos para a Pousada, onde nossa amiga Telma já havia preparado uma carne de fumeiro caprichada e bolinhos de bacalhau, regados a cerveja e com direito banho de ”ofurô” para Salsicha, Pulga, Cacá e Meligene, ficamos conversando na Pousada até quase 2 da manhã, tudo de bom, pra quem quis, na praça teve show de reggae !!  

     

    DOMINGO – Acordamos cedo pra arrumar os Jeeps, e decidimos dar uma olhada no Desafio do Brejo, antes passamos num local encharcado pela Oganização para dar uns “zerinhos”, depois vimos que o brejo era realmente intransponível( ninguem passou mesmo) , aí fomos em direção ao Aeroporto de Castro Alves, onde seria realizado o Arrancadão, infelizmente não foi de lama, como esperávamos, então partimos para o almoço em Sapeaçu(ives), onde saboreamos uma deliciosa galinha ao molho pardo, no mesmo restaurante da Trilha do Lago, no ano passado. E aí pegamos a estrada de retorno, após algumas paradas para resolver “problemas técnicos’ nos jeeps, chegamos em Salvado por volta das 18h30, totalmente cansados mas felizes por um final de semana muito legal, quem não foi, PERDEU!!!

    BOM DEMAIS !! 

     

     

    Nossos agradecimentos a toda organização do evento, ao Miguel Urubu e equipe do free Road, em especial a Tucunaré, grande amigo e extremamente atencioso para com todos os partipantes, êta evento q deixou saudades em todos nós!!     

     

    By Cap Gay

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  • PASSEIO TERRIBLE 4X4 – BARRA DO SERINHAÉM/BA

     

    Sexta-Feira (06 Fev 09)

     

    Embarcamos, Sérgio (CJ-5), Gustavo (CJ-5) Olguinha (CJ-5), Ruy (TR-4), Heliomar (GVitara), Cacá (Troller), no Terminal do Ferryboat às 14 horas, e fomos no rapidíssimo Ivete Sangalo, em 30 min estávamos na Ilha de Itaparica e começamos o deslocamento com destino à Serinhaém, o “Mamute” de Zé Colméia estava parcialmente sem freios e com um hipervazamento na caixa de marcha, o que nos tomou um tempo considerável, pois paramos em Valença para completá-la e já estava quase seca, seguimos viagem até Taperoá onde abastecemos os “velhos guerreiros” e, em seguida passamos por Nilo Peçanha e entramos na Praia de Pratigi, onde chegamos às 19 horas, início da noite, maré vazia e pudemos desfrutar de 20 km de praia deserta até Barra do Serinhaém, “coisa de cinema”, rsssssssss….

    No caminho encontramos nosso amigo Kruel, quase nativo de lá, que nos conduziu até a Pousada Recanto da Natureza, à beira da praia, onde fomos recebidos por Sinho e sua equipe com um delicioso tira-gosto de camarão pistola ao alho e óleo e vinagrete de polvo, nos acomodamos nos quartos, afinal fechamos todos os oito quartos da Pousada e descemos para um  delicioso jantar de frutos do mar: robalo frito, muqueca de lagosta, siri catado, mais camarão…conversamos na beira da praia até tarde e fomos descansar, preparando o passeio de barco pela baía de Camam(ives), no dia seguinte.

     

    Sábado (07 Fev 09)

     

    Acordamos para o café da manhã às 08 horas e o barco para o passeio atracou na Pousada às 09h30, a galera toda embarcou, inclusive o Onildo “Cabeça” (Troller AP) que chegou 1 hora da manhã na Pousada, depois de ficar todo perdido no caminho, se guiando só pelo “google earth” que tinha olhado em Salvador, rsssssss

    Ficamos na Pousada eu, Cinthia, Cacá e Vany, e resolvemos ir conhecer o litoral pela praia de jeep, passeio muito bonito, voltando pela trilha que termina no povoado de Barra do Serinhaém, onde as ruas ainda são pura areia, muito legal!!!

    Aguardamos a chegada do grupo do barco para o almoço jogando conversa fora na Pousada e comendo um tira-gosto de muqueca de Arat(ives) delicioso… A galera chegou empolgada com a Ilha da Pedra Furada onde conheceram a “Jamaica”, aguardente típica da região, e partimos para o almoço: arroz de polvo, maionese de lagosta, camarão e arat(ives) de muqueca, cavala frita… coisa de doido, rssssssssss.

    Ficamos pela praia em frente à Pousada assistindo, dentro do mar, o crepúsculo acontecer, era a lua quase cheia surgindo de um lado e o sol se escondendo do outro, paisagem sensacional…saímos da praia já à noite e esperamos o jantar, adivinhem ?? Arroz de Camarão, Torta de Lagosta, Muqueca de Polvo, Vermelho frito… e aí fomos botar os velhos guerreiros pra passear pela praia à noite, a lua estava tão clara que nem precisávamos dos faróis, tiramos muitas fotos na Barra e curtimos a lua até cansar…

     

     

    Domingo (08 Fev 09)

     

    Acordamos cedo e deslocamos até Ituberá, onde conhecemos a “Pancada Grande”, queda d’água com 61 metros de altura, um verdadeiro espetáculo da natureza, no qual tiramos muitas fotos. Voltamos à estrada, almoçando num simpático restaurante em Taperoá, e como ninguém agüentava mais tanto fruto do mar, optamos pela mantinha de carne defumada, especialidade do local, o almoço estava sensacional mas nosso horário no Ferry estava marcado e, após abastecer os velhos guerreiros novamente, fizemos uma viagem rápida e tranqüila até Bom Despacho onde chegamos às 18 horas e embarcamos (Terrible tem moral, rapaz, prioridade de embarque, rsss) no Ivete Sangalo novamente, chegando em Salvador às 19 horas, todos extremamente cansados após quase 500km (de willys!!) de estrada e areia, mas felizes por mais um final de semana inesquecível com nossos jeeps, Barra do Serinhaém ainda é um paraíso onde o turismo em grande escala não chegou e devemos aproveitá-lo ao máximo,antes que isso aconteça !!!

    QUEM NÂO FOI, PERDEU !!!!          

     

    PS só pra contrariar, minha muqueca após liderar o rápido comboio de volta, partiu a correia do alternador na chegada, bem na esquina do meu condomínio (único problema mecânico da viagem, exceto a caixa e o freio crônicos de Zé Colméia)…só pra lembrar que estávamos de jeep, rsssssssssss…

     

    By Cap Gay

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  • Resenha - I Jeepasseio da Tartaruga

     

    jeepasseio.jpg

     

     

    01 de Novembro de 2008

     

    Com a presença de quase totalidade do TERRIBLE 4X4, nos encontramos no posto Texaco da Estrada do Coco para um deslocamento em comboio.

     

    Chegamos à Praça de Porto Sauípe por volta das 10:30 horas.

     

    Parada para abastecermos (os motoristas e zequinhas), afinal o sol nos contemplava com todo o seu calor.

     

    Partimos para o passeio por volta das 12:00 horas.

     

    Logo na entrada da trilha, nos deparamos com o primeiro obstáculo, uma subida de areia fofa em meio a uma curva cercada por vegetação, onde éramos impedidos de adquirir velocidade suficiente para alcançarmos o cume da elevação.

     

    Nosso amigo Gordura ensaiou alguma dificuldade para transpor o obstáculo, até constatar que havia esquecido de ligar a roda livre. Após a devida ativação tudo ficou mais fácil. Porém a cada veículo que passava, a dificuldade aumentava.

     

    Chegou a vez de Cascão com sua “Mini Van” para 378 passageiros…

     

    Tentativa 1…  Tentativa 2… Tentativa 3…          Tentativa 10…

     

    Desistiu!!!

     

    Nada que um puxãozinho não resolvesse!

     

    Só que daí em diante foi um festival de puxõezinhos…

     

    A “Mini Van” havia deixado um “bagaço” completo para os demais.

     

    Vencido o primeiro obstáculo, nos deparamos com uma paisagem impar: MUITA areia, ao fundo um coqueiral margeado pelo mar cristalino.

     

    Apesar de termos sido contemplados com tanta beleza, a natureza não teve compaixão. Apresentou-nos uma areia extremamente fofa onde qualquer erro significava uma atolada.

     

    Prosseguimos nosso caminho cortando a paisagem, subindo e descendo dunas até encontrarmos pequenos lagos “perdidos” em meio a tanta areia.

     

    Parada para um “pick nick”.

     

    Jairão adentrou no lago para se refrescar. “Alguém” teve a idéia de promover o batismo dos integrantes mais novos do clube jogando-os na água.

     

    Após alguns já terem sido jogados na água o lago já apresentava uma água barrenta e um aroma pouco agradável devido à vegetação em decomposição que outrora estava depositada em seu fundo e emergiu devido aos primeiros “batizados”. Daí em diante o caos se instalou, foram jogados na água integrantes recém chegados até os mais antigos.

     

    Hora de regressarmos…

     

    A areia continuou a nos dar trabalho, onde em alguns momentos difíceis um ajudava ao outro. Em especial a ajuda de extrema valia de JP e Cacá.

     

    Ao final do dia retornamos a Porto Sauípe onde demos entrada na pousada e desfrutamos de um belo banho de piscina para refrescarmos o radiador.

     

    Banho tomado, perfume, maquiagem (esta última devido à grande presença da ala feminina) partimos para a praia onde fomos recebidos com um Lual.

     

    No Lual desfrutamos de 2 atrações previamente contratadas para animar a nossa noite:

     

    Os cantores Ray “Tui iu iú…” e Glauber.

     

    E também com outras 5 atrações espontâneas:

     

    Cantores: Dupla Dó maior e Dó menor (Pulga e JP), PJ = Pensão Judicial, Gordura e o Calango bêbado (Zé Colméia).

     

    Humorista: Aí Tancredo (Meligene) – Sósia de Ari Toledo

     

    A noitada rendeu até por volta das 01:30 da manhã.

     

     

    02 de Novembro de 2008

     

    Após um merecido descanso e um café da manhã para revigorar as energias, partimos por volta das 11:00 horas para a praia de Santo Antônio, local paradisíaco, e ainda pouco habitado.

    Desfrutamos da praia e um refrescante banho de mar até por volta das 14 horas, onde retornamos para a vila de Santo Antonio e finalizamos o evento assistindo a corrida de Formula 1 – GP Brasil e um almoço de confraternização.

     

    Por volta das 16:30 horas agrupamos o comboio de retorno à Salvador.

     

    Chegamos a Salvador após mais um final de semana de divertimento entre amigos e com um grande sabor de quero mais…

     

    Agradecimentos a todos os participantes que fizeram deste um evento muito especial!!!

     

    Até o próximo!!!

     

    By Fred Mineiro

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  • TERRA NOVA – ANIVERSÁRIO DE OLGUINHA

    Saímos por volta das 9 horas do Posto Nota 1000 num total de nove carros.

    Presentes:

    Penélope e Jack Le Clair

    Siri e Gandhi

    Patricinha e Mauricinho

    Débora e Xuparino

    Pulga e Tati (Todos concluímos que quem acompanha PULGA só pode ser LÊNDEA) então corrigindo, Pulga e Lêndea.

    Gordura e Aguarino

    Salomé e Tanajura

    Coqueirinho e Guerreiro

    Jairão e Meligene

    Como podem notar, a ala feminina é crescente a cada evento.

    Estreantes do dia: Patricinha, Lêndea e Tanajura, o aeromoço dos Terribles (prestando serviço de comissário de bordo).

    Após uma saída tranqüila e tempo firme a primeira parada foi no Posto de Terra Nova, onde paramos para aguardar Salomé e Jairão providenciarem os combustíveis que faltavam; cerveja e a famosa Talagada que seria muito útil mais tarde. Enquanto isso Jailson efetuava um pequeno aperto no pivô da suspensão do carro de Pulga.

     Para felicidade de todos, logo no início da trilha, ao contrário do que “alguns” pensavam nos deparamos com muuuuita laaama !

    Após alguns obstáculos vencidos por todos, a trilha começava a ficar mais pesada e o primeiro a atolar foi Jairão, sendo prontamente socorrido por Pulga. No obstáculo seguinte Salomé estourou a tração/redução tendo que seguir 4X2, depois foi a vez de Gandhi, ambos rebocado por mim (adorei a experiência!!!). Daí pra frente foi uma sucessão de atoleiros.

    A lama estava tão pesada que tinha até vaca atolada, nem os moradores da região que passavam montados a cavalo conduzindo o gado, conseguiam andar pela estrada, eram obrigados a andar pelo canavial à margem. Como vocês podem ver pelas fotos nosso companheiro Coqueirinho teve que pegar carona na garupa de um burro para poder transitar entre os carros. Essa carona seria muito bem recompensada mais tarde.

    Diante de tanta lama, enquanto eu abria um novo caminho em meio ao canavial, Mauricinho tratava de puxar Salomé para podermos nos juntar ao comboio. Coqueirinho, Xuparino e Gordura providenciavam a retirada de Gandhi e Jairão mais uma vez. Pulga teve que trocar a correia do alternador do seu Jeep.

    Mesmo após saquearmos as goiabeiras apinhadas, a fome aumentava e precisávamos encontrar um lugar aprazível para realizarmos o churrasco de aniversário.

    Agora foi a minha vez, que após várias tentativas de subir uma ladeira, meu carro ferveu e fui socorrida pelo guincho de Jairão.

    Depois de sanada as dificuldades, Xuparino puxando o comboio conseguiu a façanha de atolar numa descida e o tão desejado churrasco já tava virando lenda. Jairão pra completar, só de pirraça, também atolou mais duas vezes sendo necessário o retorno de Mauricinho, Gordura e Coqueirinho para mais um resgate.

    Ufa!!! Já às 16 horas, encontramos,ao lado de uma cancela, uma clareira pra armarmos o boteco (churrascaria).

    O dono da churrascaria, Gordura, providenciou acender logo o fogo na sua churrasqueira inox, servindo como entrada uma deliciosa galinha assada, devorada em segundos, Pulga e Lêndea cuidavam dos espetinhos, Jairão, Aguarino, Salomé, entre outros já começavam a se esquentar com a Talagada, Coqueirinho e Meligene recolhiam todo o lixo da festa depositando gentilmente no Bólido de Mauricinho, enquanto eu, Sônia, Débora e Siri servíamos o menu de acompanhamentos variados: farofa de alho, feijão tropeiro, salada de batata, vinagrete com tomate cereja, cebola na brasa, servidos em pratinhos e talheres descartáveis. A fome era tanta que mal se esperavam os espetinhos de kafta, coração, calabresa e carne ficarem ao ponto e como todo aniversário de criança tivemos direito a bombons e chocolates de sobremesa.

    A integração dos Terribles com o ambiente e os moradores locais era tamanha, que Salomé oferecia uma dose de branquinha aos passantes. Nem a chuva que começava a cair foi capaz de diminuir nosso entusiasmo, nos dando mais disposição para enfrentarmos a segunda etapa da trilha noturna.

    Com Xuparino e Débora abrindo o comboio, seguimos na estrada rumo a São Sebastião do Passé encontrando pela frente trechos de subidas e descidas, algumas erosões e pedaços ainda de muita lama. O carro de Salomé furou o filtro de óleo, e pra não perder a tradição, meu Zequinha, quebrou o rolamento do diferencial dianteiro do Catarrinho deixando-o 4X2, onde numa subida mais íngreme, atolada, fui prontamente puxada por Pulga e Lêndea, Coqueirinho ficou sem bateria e Gandhi e Salomé deram mais uma atoladinha. Nesse ponto, alguns bólidos já sinalizavam a necessidade de combustível.

    Apesar de tudo, com todos rodando seguimos pela estrada, saldados pelos moradores locais e conduzidos por Xuparino e Salomé, que estavam totalmente perdidos, teoricamente continuamos rumo a São Sebastião do Passé, com Lêndia já cansada de tanto fechar cancela.

    Infelizmente terminamos o percurso de barro, porém felizmente com todos rodando chegamos ao centro de São Sebastião do Passé à procura de um posto de combustível, mas que devido ao horário avançado, pois já passavam das 20 horas, estavam todos fechados. Conseguimos em caráter de exceção para os Terribles a reabertura de um deles.

    Aproveitamos para trocar o filtro de óleo do carro de Salomé e no momento da partida o carro de Jairão quebrou o cabo do acelerador. Era o motivo que precisávamos para recomeçar a festa.

    Enquanto Guerreiro providenciava a substituição do cabo, em meio às bombas de combustível, armamos novamente o boteco com direito a Talagada para aquecer alguns, um catado de lanches, muitas risadas e até serenada (Tema do Titanic) de Coqueirinho, Meligene e a grande revelação do compositor dos Terribles Tanajura para embalar o “sono animado” de Gandhi e Siri de vidro embaçado.

    Com a ajuda inestimável de Pulga pra resolver o problema de Jairão, levantamos acampamento rumo a Salvador.

    Apesar da chuva forte, chegamos em paz, com todos rodando, de alma lavada, já com saudades desta e desejo da próxima.

     

    By Olga Ponte - Penélope

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  • Rsesnha Trilha Usuna Aliança Fase III



    Trilha Usina Aliança – Fase III – 26/07/2008

    Participantes:

    Fred e Guerreiro - Jeep

    Cap Gay e Zé Colméia – Jeep

    Elevador e Ivonete – Jeep

    Jairão – Toyota Bandeirante

    Penélope e Jack Lecler - Jeep

    Pitu e Helicóptero - Troller

    Joaninha e Kalunga - Jeep

    Chave de Mangue e Enzima - Jeep

    Nos encontramos no Posto Nota 1.000 e partimos por volta das 9:00 Horas

    Exceto Chave de Mangue e Enzima que ficaram de nos encontrar na entrada da trilha.

    Logo no primeiro obstáculo muita lama e várias tentativas.

    Como foi sua primeira trilha, Penélope encontrou um pouco de dificuldades até pegar o jeito de transpor o obstáculo de lama. Algumas tentativas frustradas já era uma expert em trilhas. Daí em diante foi um show atrás do outro. Persistiu no atoleiro e conseguiu transpor o obstáculo demonstrando que a classe feminina está muito bem representada no nosso grupo.

    Contamos também com nosso amigo Joaninha que acabara de adquirir seu Jeep e demonstrava certo receio de extrair todo o potencial de seu CJ5. Acabou ficando atolado.

    Esta não seria a primeira vez que isto aconteceria e nem seria o único a atolar.

    Após algumas “palavras de incentivo”, Joaninha descobriu que o equipamento que possuía era muito mais capaz do que ele imaginava.

    A esta altura, Chave de Mangue e Enzima se uniram ao restante do grupo, prosseguimos nossa aventura.

    Durante todo o percurso nos deparamos com diversos atoleiros quase intransponíveis, porém com muita perseverança e um alto espírito de equipe vencemos cada dificuldade que fora aparecendo.

    Em determinado momento a dificuldade de passar pelo caminho já existente foi tamanha que existiu a necessidade de trilharmos um novo caminho, onde nosso amigo Pitu se encarregou de criar uma nova alternativa de percurso e que carinhosamente a batizamos de Avenida Pitu.

    A cada obstáculo vencido novos outros surgiam e com dificuldade ainda maior.

    Diante de tantas dificuldades algo inusitado aconteceu. Percebemos que Cap Gay transportava em seu Jeep uma árvore com a raiz totalmente inserida em seu veículo.

    Resultado de uma fatalidade acontecida devido ao esforço excessivo exercido pelo seu Jeep na tentativa de promover uma ancoragem para que pudéssemos resgatar Jairão e sua Toyota Bandeirante que se encontravam em uma situação bastante profunda.

    Fatalidade a parte, prosseguimos caminho.

    A noite caiu e Penélope alegando não estar munida de lentes corretivas (óculos) passou a direção para o seu Zequinha, pois não estava enxergando bem para conduzir seu Jeep.

    Que Perigo!

    Daí para frente tivemos certeza que o mais próximo que o Zequinha pode chegar do volante é o banco do passageiro. Com 30 minutos de direção já havia amassado os dois paralamas do Jeep.

    E saibam que a aventura ainda estava longe de acabar…

    …Até que um momento de intensa tristeza tomou conta do grupo ao recebermos a notícia que a caixa de transferência do Jeep de Cap Gay havia apresentado defeito.

    Decidimos abortar a trilha uma vez que já sabíamos o grau de dificuldade dos obstáculos e que mais a frente às dificuldades seriam muito piores tendo que transpor efetuando um reboque.

    A volta também não foi fácil…

    Todos os atoleiros que já havíamos passado seriam mais difíceis levando um Jeep impossibilitado de tracionar.

    Sem contar com os imprevistos que se desencadearam após este fatídico acontecimento.

    Radiador estourado pela paleta de refrigeração do Jeep de Penélope (conduzido pelo Zequinha). O problema foi resolvido com um transplante de radiador retirado do Jeep de Cap Gay.

    Depois foi a vez da Toyota de Jairão que apresentou problemas na correia que ligava a bomba d’água, alternador e bomba hidráulica.

    Foi parcialmente contornado com a instalação de uma correia um pouco menor que impossibilitou a ligação do alternador, porém não impediu que déssemos prosseguimento.

    Após grandes dificuldades em retornar por todos os obstáculos já vencidos e desta vez rebocando um Jeep, chegamos ao final (mesmo local por onde iniciamos) da trilha onde constatamos que o Jeep de Chave de Mangue apresentava um falhamento grande, impossibilitando de prosseguir viagem desta vez através da Rodovia com destino a Salvador.

    A solução foi acoplarmos no Jeep de Joaninha e proceder ao reboque de mais um.

    Constatamos também que o meu Jeep (Fred) havia estourado o retentor da caixa de direção, ficando apenas com a direção mecânica.

    Até então sem nenhum problema em prosseguirmos viagem. Porém com a despressurizarão do sistema hidráulico as rodas abanavam muito ao ultrapassar a velocidade de 20 Km/h ou passar por alguma imperfeição da pista.

    Após uma tentativa frustrada de efetuarmos mais um reboque que poderia causar um acidente, pois a oscilação era transferida para outro Jeep.

    A solução foi efetuarmos a viagem a 20 Km/h

    Após 3 Horas chegamos a Salvador, cansados, sujos, com alguns problemas, mas satisfeitos por termos desfrutado de uma bela aventura em companhia de verdadeiros amigos.

    By Fred Mineiro

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  • Resenha ou Desabafo - 5 Encontro Suzukinet


    JEEPEIROS E PROPRIETÁRIOS DE JIPE

    Nós poderíamos – como imaginávamos na sexta-feira e como sempre fizemos ao final de qualquer trilha ou passeio com nossas resenhas no site- estar aqui escrevendo para ressaltar o sucesso do 5º Encontro Suzukinet, realizado em Praia do Forte neste final de semana, para onde fomos com uma galera do Terrible4×4 representando os velhos e bons jeeps Ford e Willys, verdadeiros ícones da indústria automobilística e do 4×4 nacionais, porém, fomos surpreendidos…

    No resto do nosso país, quem gosta de 4×4, trilha, lama e natureza, admira e utiliza o jeep sem preconceito, sabendo que está preservando uma parcela da história do automóvel no Brasil e fomentando o verdadeiro espírito jeepeiro, de união, companheirismo e simplicidade, não por acaso o lema do nosso clube de Jeep. Já sabemos de outras trilhas que aqui na Bahia a estória é diferente, pois é muito fácil dizer que foi fazer uma “trilha”, ligando o ar-condicionando, atrás de vidros filmados e, como já presenciamos, saltar de um veículo último modelo, de mocassins e bermuda branca, reclamando que não poderia usar o guincho pois iria forçá-lo… e depois voltar pra casa todo arrumadinho. Assim, os velhos guerreiros foram relegados ao esquecimento durante anos até a criação do Terrible4×4, o criamos porque tínhamos a consciência de que, diante de algumas peculiaridades de um veículo com mais de 60 anos de projetado, nossos passeios e trilhas são feito em ritmo mais lento, porém, não menos gostoso e divertido, apesar das piadinhas de mau gosto e dos olhares desconfiados de alguns “proprietários de jipes”, que nunca sentiram o sacolejo e a satisfação de andar num Jeep de verdade.

    Pois é… ainda assim, fomos surpreendidos, pois ao chegar no primeiro obstáculo de lama de uma trilha pela praia de Subaúma, no sábado, pudemos comprovar o nível de companheirismo de alguns “praticantes de off road”, pois um jeepeiro de verdade não deixa outro na lama, esquecido, enquanto está desatolando um outro, que chegou depois, só porque o primeiro é um Jeep!! Precisando que um outro Jeep atravessasse o atoleiro para poder puxá-lo.

    Tudo bem que a organização do evento informou que, a partir dali, em virtude do horário, os participantes estariam por sua conta e risco e quem desejasse passar para as dunas, do outro lado do atoleiro, só poderia retornar depois das 20 horas… mas, em hipótese alguma, pessoas que não eram da organização poderiam se achar “donas da trilha” e impedir a passagem dos jeeps postando-se à frente do atoleiro, como fez um também conhecido “velho jipeiro” e conclamando outros que já estavam do lado das dunas a não puxarem os veículos que se encontravam atolados… nós, terribles, é que tivemos que puxar estes jipes pra trás, pois senão ficariam atolados sabe-se lá até quando. Puxamos sim, mesmo se tratando de alguns 4×4 mais modernos e que muitos deles sequer conhecemos os proprietários. Porém, fizemos jus ao lema do nosso clube, praticar o companheirismo e a solidariedade e ao contrário de muitos que lá se encontravam somos incapazes de deixar outro Jeepeiro sozinho em situação difícil, mesmo com nossas “velhas” e “arcaicas” máquinas, como muitos dizem.

    Ainda que houvesse a “proibição” de passar para o outro lado, rssss, só rindo mesmo dessa situação ridícula, , achamos que o “pau que dá em Chico tem que dar em Francisco”, mas aí, surge um “proprietário de jipe” (que inclusive se diz jipeiro velho de longa data), atravessa a fila de carros, quase atropelando dois companheiros do Terrible 4×4 e se dirige ao atoleiro e, solenemente, atola todo seu jipe… aí, pasmem, o mesmo grupo que se negava a auxiliar os jipes na lama, rapidamente coloca a cinta no veículo desse “velho jipeiro” e o puxam para o lado das dunas… aí ficamos, nós terribles e todas os outros veículos que não haviam passado pelo atoleiro, inclusive de outros Estados, sem entender o porque do desigual tratamento.

    Ao final de toda essa palhaçada instalada num simples atoleiro (inclusive depois da confusão instalada, a organização resolveu abortar a trilha e retornar), onde apenas uma pequena dose de bom senso, companheirismo e união, junto com algumas cintas e guinchos, resolveria o problema, voltamos pela praia para Subaúma e curtimos nosso passeio de jeep em um grupo mais coeso, que tenta preservar não só a história do jeep, mas também a união, o companheirismo e a simplicidade típicas dos verdadeiros jeepeiros, pois ser “proprietário de jipe” é muito mais fácil. Se o passeio foi estressante pra nós que, já conhecemos esses “problemas”, imagine para os participantes de outros Estados que presenciaram, ao vivo e em cores, uma exemplar falta de companheirismo e união nas trilhas da Bahia.

    Continuaremos participando de todos os eventos, com nossa bandeira, nossas brincadeiras, em nosso ritmo e torcendo para que, ao invés dos nossos jeeps, esses “proprietários de jipe” é que sejam discriminados, enquanto não consigam entender que existe espaço para todos, sem a necessidade de levar para as trilhas seus recalques e problemas…

    By Cap Gay

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  • Trilha Usina Aliança Fase 2 - 12/07/2008

    Tirlha Usina Aliança fase 2 – 12/07/2008

    Participantes:

    1. Fred e Guerreiro

    2. Enzima e Dani

    3. Homem de Vidro e Panterinha

    Marcamos de nos encontrarmos no Posto Nota 1.000 às 8:00 horas da manhã.

    Mera ilusão. Antes de sairmos o carro de Enzima apresentou problemas, estourou o rolamento na BR 324.

    Como somos persistentes, ou teimosos, fizemos os devidos reparos e conseguimos sair por volta das 12:30 horas.

    Encontramos Homem de Vidro e Panterinha que nos aguardavam desde às 8:00 da Manhã.

    Prosseguimos para a trilha…

    Após algumas paradas para resfriarmos o carro de Homem de Vidro, conseguimos chegar até a usina Aliança.

    São Pedro contribuiu bastante durante a semana nos enviando chuva em abundância, e para não ser diferente iniciamos a trilha sob chuva intensa.

    Logo no início, pudemos ter a certeza que seria uma trilha e tanto repleta de dificuldades e com muita lama.

    Vencemos alguns atoleiros até nos depararmos com um local onde nossos companheiros Euler, Pitu, Coqueirinho, Pulga e JP haviam deixado o terreno em estado crítico desde a semana passada.

    Enzima tentou várias vezes até conseguir passar o lamaçal, logo em seguida várias tentativas de Homem de Vidro até conseguir.

    Ficou o bagaço para mim, que após várias tentativas fiquei atolado.

    Fui resgatado por Homem de Vidro, que durante o resgate pode perceber um estranho barulho no diferencial dianteiro do Engesa.

    Prosseguimos a diante, mais alguns atoleiros e meu Jeep literalmente parou!!!

    Não por causa do atoleiro, mas por ter quebrado os dois cardãs .

    Isto mesmo, os dois cardãs!!!

    Fim de trilha para mim!

    Resolvemos voltar, quando constatamos que o barulho estranho no Engesa de Homem de Vidro tinha sido o diferencial avariado.

    Com apenas o Jeep de Enzima para fazer o meu resgate, a tarefa se tornou um tanto quanto árdua, até que nos deparamos com uma subida bastante escorregadia que não conseguimos vencer.

    A solução foi acionar algum companheiro para que pudesse fazer o resgate.

    Panterinha ligou para Chico Pantera que plenamente se dispôs a ir executar o salvamento.

    Até a chegada de Chico, o jeito foi degustarmos um bom frango com farofa e tomarmos refrigerante, afinal a Lei Seca vetou a presença da nossa velha e boa companheira cervejinha.

    Após o nosso lanchinho e muita besteira declamada, pudemos avistar Chico com sua Hilux SW4, Bombom com um Troller e uma equipe para nos resgatar.

    Após a retirada do meu Jeep, foi a vez de desatolar o Engesa de Homem de Vidro.

    Resgate executado, foi hora de retornarmos para Salvador, onde fui puxado por Chico e sua SW4.

    Apesar das dificuldades da trilha, voltamos mais leves para a capital, principalmente por estarem faltando os dois cardãs.

    Nossos sinceros agradecimentos à Chico, Bombom e Panterinha.

    By Fred Mineiro

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  • Trilha da Usina Alianca - 05/07/2008

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    Foi realizado no sábado a melhor trilha do ano, Trilha da Usina Aliança, com os seguintes participantes: Todo Duro c/ Leo - CJ5, Pulga c/ Henri - CJ5, Coqueirinho - CJ5, JP - Samurai e Pitu c/ Ivan e outro amigo - Troller. Para não perder o costume de sair com o veículo totalmente revisado, atrasei dessa vez a saída da trilha em 01:30 h rsrsrsrsrs. Saímos do Posto Nota 1000 / Rei da Pamonha, por volta das 09:30, direto para Usina Aliança. Para ter uma idéia, poucos metros do início da trilha fiquei preso na lama, onde tive o apoio de Pulga para sair. Para vencer esse trecho tive que exigir todo o potencial do motor, Pulga também passou, JP e Coqueirinho precisou ser puxado e Pitu com o seu Troller 100% blocado passou. Para vc´s entenderem, a trilha toda estava com pegada de animal e em cada pegada tinha água. O problema maior era nos trechos com aclive (subida). Em alguns momentos, fizemos rotas alternativas (derrubando a mata fechada com o jeep), para conseguir transpor esse aclives. Momentos esses de pura adrenalina, imagine abrir caminho sem enxergar nada, só mato para todo lado. Na passagem dos rios, só conseguimos transpor com os guinchos de Pulga e Pitu. Equipamento obrigatório para quem pensar em fazer essa trilha. No primeiro rio, Pulga foi o primeiro a tentar passar, onde usamos o guincho para subir o outro lado rio, depois foi a vez de JP, a minha vez, Coqueirinho e Pitu. Na minha vez foi pior, na ora de passar no rio, fiquei preso bem no leito. No segundo rio todos também passaram com ajuda do guincho. Equipamentos esses, onde, toda vez que foram exigidos, foram usados com extrema técnica e segurança. Chegamos no trecho de grama depois do segundo rio por volta das 15:00 h, onde foi traçado as galináceas, farofas e outras iguarias apetitosas. Para quem pensava que estava tudo acabado, e que, até Santo Amaro era uma questão de minutos, belo engano. Esse segundo trecho também estava muito pesado e com muito esforço chegamos em Santo Amaro as 19:00. Paramos no primeiro posto para limpar os faróis, para-brisa e como a máquina do cartão estava quebrada, paramos no segundo posto, na saída da cidade, para abastecer. Depois saímos direto para Salvador, chegando por volta das 21:00 h, sujo da cabeça aos pés mais muito feliz por mais um dia excelente de trilha. Segue adaptação da música da Prefeitura de Salvador para a Trilha da Usina Aliança: “E tome lama tome - E tome lama tome - E tome lama para sua felicidade” ahahahahahahaha.

    By Euler

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  • 5ª TRILHA DA LARANJA – 13 à 15 junho de 2008 (Alagoinhas-BA)

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    SEXTA_FEIRA - Saímos em 1º Comboio às 21h do Posto Nota 1000: Eu (CJ-5), Mauricinho (CJ-5) e Enzima (CJ-5). Viagem não muito tranqüila, o jeep de Mauricinho começou a falhar ainda na BR-324, seu tanque era um lixo só, entupindo o filtro a toda hora, paramos diversas vezes e, próximo a Catu, decidimos coloca-lo no towbar e o reboquei prosseguindo a viagem, ao avistar Alagoinhas o pneu do meu Jeep lasca (já tinha dado o q tinha, rss) e paramos novamente…chegamos em Alagoinhas por volta de 01 hora da manhã, fomos direto pra pizzaria tomar uma cerveja e soubemos que o 2º comboio com Marcão (CJ-5) rebocando o bólido amarelo que iria desbanca-lo nas pistas da Laranja como prometia Juca Paraíba (CJ-2), Gordura e Colesterol (CJ-5) e Fred Frajola (CJ-5) com o guerreiro Jailson, nosso graaaande apoio técnico, estavam na estrada, chegando por volta das 02 horas na cidade. Todos para o hotel, desmaiamos até a manhã!! Quando chegaram Zu & Ku (JPX), Macel Xuparino (Vitara), Débora Contra-Peso e Wellington Aquarino, para completar nosso grupo.

    SÁBADO – Após os devidos reparos técnicos, deslocamos até o Laguna Shopping, onde pegamos os kits, adesivamos as viaturas e partimos pra trilha…aí, SURPRESA, foi lama o dia todo, desde a hora que entramos até o final da tarde, muita erosão, lama pastosa, tocos, obstáculos, porteiras e etc… enfim uma trilha pra deixar saudade. Apesar dos problemas técnicos acontecerem (não é, Enzima??) passamos por todos os obstáculos sem baixas e, à tarde, quando achávamos que havia terminado, ainda viria a 2ª etapa, melhor ainda, mais lama e dificuldade, terminando com uma passagem à noite num charco delicioso, com direito a cerca eletrificada e tudo…pra quem tinha gás ainda, houve a 3ª etapa noite adentro, mas resolvemos retornar para Alagoinhas, jantar e dormir…muuuuito!

    DOMINGO – Marcão e Juca acordaram e sumiram cedo pra pegar os macetes do circuito do indoor. Nós ficamos preparando os jeeps, Mauricinho e Frajola limpando, aspirando e polindo seus “adoráveis” brinquedos ate´a hora do indoor, outra bonita festa preparada pelo Alagoinhas Off Road, começando com a categoria BURGEL 4×2, onde correram buggy, gurgel e afins, em seguida a SUZUKI, a FORÇA LIVRE, a JEEP ESPECIAL, JEEP ORIGINAL, DIESEL, TROLLER e a FEMININA . Na categoria Jeep original, infelizmente, não tivemos muitos competidores, apenas eu e dois CJ-5 de Alagoinhas, esperamos que nas próximas vezes a galera terrible original dê o ar da graça e participe, pra mostrar que nossos “velhos guerreiros” ainda estão em forma e agüentam o tranco. A festa foi bonita, boas arrancadas, quebras, disputas e, enfim, a rivalidade entre Marcão e Juca, na Jeep Especial, com os co-pilotos eu e Véio Betinho (Freeroad), respectivamente, aí o Amarelinho de Juca, que já tinha corrido a Força Livre, amarelou mesmo e abandonou na metade da 1ª volta, com problemas elétricos, ficando a briga para outra oportunidade por que essa o Lagostão levou sem maiores sustos, apesar de ter ficado com duas rodas várias vezes durante a prova!!

    RESULTADOS DO INDOOR

    FORÇA LIVRE

    Juca (Paraíba) 2º LUGAR

    Cavalcante (Cacá) 5º LUGAR

    JEEP ESPECIAL

    Marcão (Lagostão) CAMPEÃO

    Gerson (Gordura) 2º LUGAR

    Juca (Paraíba) 3º LUGAR

    JEEP ORIGINAL

    Sérgio (Cap Gay) CAMPEÃO

    TROLLER

    Cavalcante (Cacá) 3º LUGAR

    Levantamos acampamento às 17h, aí Marcão resolveu abastecer, calibrar os pneus, descobrir que tinha problemas com seus flexíveis de freio (como sempre, rsss), saímos de Alagoinhas às 18h30, na volta, comboio completo e sem maiores problemas chegamos em Salvador por volta das 21 horas, todos cansados, sujos mas extremamente felizes por um final de semana muito divertido, quem não foi, PERDEU!!!

    Nossos agradecimentos ao Alagoinhas Off Road pela organização do evento, que nos ofereceu uma ótima trilha no sábado, com muita adrenalina e muita lama, território dos velhos e bons Jeeps, e ao pessoal do Freeroad 4×4, sempre participando e colaborando nos eventos offroad da Bahia !!

    By Cap Gay

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  • Trilha da Camalheira - 20/04/2008

    Resenha da Camalheira – 20/04/2008

    A princípio estavam confirmados apenas 04 carros para o evento pré feriado:

    1. Fred e Guerreiro – Jeep Willys

    2. Elevador e Ivonete – Jeep Willys

    3. Menigeni – Jeep Willys

    4. Pitu e Seu Zequinha – Troller

    Após um contato de Marcão, ficamos sabendo que haveria alguns carros do Dissidentes 4X4 que fariam a mesma trilha, então resolvemos nos juntar a eles.

    Marcamos a saída para as 8:00 Horas no posto Texaco de Vilas do Atlântico, e por incrível que pareça, os Terribles foram os primeiros a chegar.

    Por volta das 9:30 começaram as chegar os demais.

    2 Troller – 1 Vitara – 2 L200 – 1 TR4 – 1 Lego (Gaiola tubular “carinhosamente” apelidada de Lego).

    Partimos por volta das 10:00 Horas.

    O Lego, por ser um protótipo ainda não documentado seguiu puxado pela L200 na carrocinha.

    Após um desvio básico do pedágio recebemos o cartão de visita da trilha indicando que o dia seria farto de emoções.

    Uma ladeira de terra bem íngreme, bastante molhada e não menos escorregadia.

    Primeira parada…

    A L200 que rebocava o Lego foi obrigada a retornar, pois não seria prudente subir atrelado.

    Os demais, roda livre ligada, tração acionada e encaramos a ladeira.

    Após prosseguirmos por mais alguns instantes chegamos à entrada da trilha.

    Segunda parada…

    Aguardávamos, aguardávamos, aguardávamos… a chegada do Lego, desta vez já rodando.

    Na mesma parada pudemos observar o radiador do Jeep de Menigeni jogando água para fora. Ferveu!!!

    Fomos obrigados a ouvir piadinhas do tipo: Já viu Jeep não dar trabalho? Anormal seria um Willys não ferver.

    Tudo bem, o que não sabíamos era que o troco ainda estava por vir.

    Adentramos a trilha; Primeiro atoleiro. Quem passou?

    NINGUÉM!!!!!!!!!!!!!!!!!!

    Hora de colocar os guinchos para trabalhar.

    Pitu com seu guincho super ultra mega sônico puxou o Vitara do nosso amigo Camisinha.

    Depois foi a vez de Pitu tentar a travessia, nada… Ficou parado no meio do atoleiro.

    Enquanto eu preparava meu Guincho para puxar o Troller de Pitu, a TR4 tentou passar bem junto do caminho deixado por Pitu.

    O que ele não sabia era que o vidro do Troller estava aberto e foi alvo de muita lama.

    Daí então pudemos observar nosso amigo Pitu saindo do seu carro e desferindo algumas palavras:

    -“Obrigado, valeu, muito obrigado mesmo”

    Depois disso foi um festival de atoladas. Até que alguns do grupo tentaram atravessar o atoleiro por um caminho que parecia um pouco mais firme.

    Resultado: O primeiro a tentar passar foi uma L200 que ficou toda atoladinha, ou melhor, atolada até o pescoço.

    Enquanto rebocava um Troller que estava agarrado no caminho original, Pitu foi resgatar a L200 que estava “atoladinha” no caminho alternativo.

    Algum tempo depois…

    Retorna Pitu com cara de desolação e sozinho. O Super Ultra Mega Sônico guicho Warn estourou aquele “barbante” que substitui o cabo de aço convencional dos guinchos.

    Após a retirada de todos do caminho convencional, parti para o alternativo onde estava a L200.

    Utilizamos 4 carros para fazer a ancoragem em meu Jeep. Mesmo assim os 5 carros estavam se deslocando. Então resolvemos tracionar os veículos para que cavassem e tivessem mais aderência.

    Mais uma vez nosso amigo Pitu desceu de seu carro:

    -“Obrigado, valeu, muito obrigado mesmo.”

    O Zequinha de Pitu deixou a porta traseira do Troller aberta e Camisinha posicionou seu Vitara de costas, no momento em que tracionou, imaginem… Toda a terra deslocada acertou em cheio a porta aberta. Inclusive o painel ficou recoberto de terra.

    Enquanto fazia o resgate dos carros o velho guerreiro GM 4.1, começou a fumaçar. Pensei até em vendê-lo para uso no combate a Dengue.

    Após uma leve inspeção o susto passou. A fumaça era proveniente de uma quantidade enorme de mato que quase chegou a tapar a descarga. Retirado o mato, voltou ao seu funcionamento normal.

    Partimos para as demais etapas da trilha. Alguns atoleiros, algumas erosões e etc.

    Terceira parada…

    O Lego apresentou um problema. Apagou não mais ligara.

    Entrou em ação a equipe de 300 mecânicos (ou seja, todos que lá estavam) cada um com uma opinião diferente sobre o problema.

    Finalmente uma pergunta que parecia óbvia solucionou o problema.

    -“Tem gasolina”?

    Isto mesmo o Lego faltou gasolina. Após algumas chupadinhas na mangueira, foi possível transferir um pouco de gasolina para o Lego e findarmos a trilha.

    Foi um passeio que promoveu a integração dos amantes do Off Road e principalmente serviu para provar que a utilidade de um VERDADEIRO JEEP na trilha é muito grande, ao contrário de alguns que imaginam que é para dar trabalho.

    Esperamos contar com a presença de mais integrantes dos TERRIBLES na próxima empreitada.

    Obrigado a todos pelo companheirismo e censo de humor dispensados neste passeio.

    By Fred Mineiro

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  • 3ª Trilha do Aniversário

    Esta foi a nossa trilha em comemoração pelos 03 anos de atividade do Terrible 4×4. Às 08 horas nos encontramos no Posto Nota 1000, uma galera já aguardando pra deslocar rumo a S. Sebastião:
    1. Jeep – Cap Gay e Cabeça
    2. Jeep - Lagostão e Zé Colméia
    3. Jeep - Cabeça de Pulga
    4. Jeep – Todo Duro
    5. Jeep – Fred e Guerreiro
    6. Jeep – Kalunga e Joaninha
    7. Jeep – Salomé e Pablo
    8. Jeep – Xuparino e Débora
    9. Jeep – Coqueirinho e Cintura de Galinha
    10. Jeep – Prof. Pardal e Rama
    11. Jeep – Elevador e Papagaio
    12. Jeep – Marcelo e amigo
    13. Wrangler - Odalisca
    14. Samurai – Danilo e Miguel
    15. Samurai – Jotapê
    16. JPX – Zu e amigo
    17. Troller – Cacá e Cachorro-Quente
    18. Troller – Heliomar e amigo
    19. Land Cruiser – Tomate, Washito e esposa
    * Aguarino e o mecânico da latitude (em algum veículo)
    20. Engesa - Charrete

    Ao todo foram 20 veículos off road, sendo 12 jeeps, e 39 participantes na Trilha do Aniversário, e mais a participação de Junior (filho de Washito) e um amigo que nos orientaram, em suas motos, à procura da lama .

    O comboio partiu às 08h30 (por incrível que pareça!!) e deslocou sem maiores problemas (exceto o radiador furado do Odalisca) até S. Sebastião. Apesar dos inúmeros pedidos do Presidente, o único que se dispôs a orientar o grupo até o Restaurante foi nosso companheiro Charrete e, normal, se perdeu… após algumas idas e vindas, chegamos às 09h10 no Cris Bar e Restaurante, onde foi servido o café da manhã light, para quase 40 pessoas, que se empanturraram de vaca atolada, carne do sol e outras iguarias igualmente calóricas, rsss, destaque pro Cintura de Galinha, que comeu por uns três, e Cesinha Cover e Siri na lata que por compromisso de trabalho, vieram apenas para o café junto com o grupo e retornaram para Salvador.

    Todos abastecidos, entramos na trilha às 10h40, com destino a Terra Nova, e tome procurar lama, muita poeira na estrada, com Washito como guia na “van”, e na primeira lama, olha a van atolada até a alma… o tomate não ligou a roda livre! Depois todos passaram sem maiores problemas, nada que uma boa cinta não resolvesse, aí a galera descobriu um atoleiro e foi todo mundo, parecendo “pinto no lixo”, um festival de atoladas… tudo muito divertido!!!

    Continuamos a trilha, algumas erosões, ladeiras íngremes e, infelizmente, pouca lama, mas muito companheirismo, brincadeira e descontração da galera do terrible4×4, com direito a show de forró com Jotapê e Cintura de Galinha (a essa altura sem uma perna da calça), a farofa não podia deixar de rolar e assim passou o dia… a única baixa foi o wrangler do Odalisca que, teve problemas como o radiador de novo e retornou pra Salvador no meio da trilha (a única baixa do terrible, incrível, rsss).

    A noite caiu e ainda estávamos na trilha, agora retornando pra S. Sebastião, chegamos lá por volta das 07h30, abastecemos os veículos e deslocamos pra Salvador, cansados, completamente sujos, mas felizes por mais um “dia de Jeep”!!, pois só quem vai é que sabe como é, rsss!!! Aguardem a publicação no site do roteiro da trilha (elaborado com o GPS do Jotapê), as fotos e os flagras desse dia de aniversário do terrible4×4. E da trilha só restou uma dúvida… afinal, cerca, porteira, colchete, moirão e estaca são a mesma coisa ????

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  • Trilha do Conde

    Resenha da Trilha do Conde por: Cap. Sérgio

    QUINTA_FEIRA - Saímos em 1º Comboio às 09h do Posto Texaco : Marcão e Família (Jeep CJ5), Chuparino e Família (Jeep CJ5), Pulga e seu pai (Jeep CJ5 e Wrangler), Eu e Mauricinho “Na boa”(Jeep CJ5), Gordura e esposa (Jeep CJ5), Jairão Waldick (Toyota Band).
    Viagem tranqüila, no ritmo do jeep do Proj TAMAR de Gordura (nossa tartaruga de estimação, rs), sem maiores problemas, chegamos no Sítio do Conde às 11 e alguma coisa, fomos pra pousada, simples mas acolhedora e com um atendimento dez (bem diferente de Aracaju)!
    Fomos pra praia e “água dura” até a noite, alguns jantaram no Zeca e ficamos perambulando pela praça do Sítio, relax total !!

    SEXTA_FEIRA – Marcão acordou às 4h30 (pra n perder o horário da trilha), os normais acordaram por volta das 08, café da manhã blz, carros e caixas térmicas abastecidos, e chegamos ao local de saída com antecedência (alteração total do Terrible). O comboio pra Mangue Seco saiu às 10h30, pegamos a Linha Verde, entramos em Costa Azul e fomos daí pela praia até as dunas e a Vila. Ficamos iguais a “pinto no lixo”, areia dura e divertida, dunas, praia linda, brincamos mais do q em Aracaju. O único problema foi a quebra da Band do Jairão (supostamente o filtro de combustível) e, após ficarmos na praia nos comes e bebes, retornamos (o “Bronha”, ele mesmo, o da luta livre, rsss, veio rebocando a Band do Jairão), chegamos ao Sítio no final da tarde, todos quebrados, e quase ninguem foi pro show no Rio das Pedras. Aí chegou o 2º comboio, à noite, composto por Jairo Pardal e Deus (q ajudou ele bastante,rss), ficando ambos acampados na área externa da Pousada, junto com o simpático cachorrinho dos proprietários.

    SÁBADO – Marcão acordou às 04h30 (pra n perder o horário do indoor), Nosso Diretor Social “Aguarino” entrou em campo e montou a estrutura dos quiosques e do churrasco q rolou solto durante todo o dia, no indoor, os terribles deram show, rsss, os nossos velhinhos se portaram bem demais, quem n terminou a prova, tombou , comeu todos os “bumps”, voou, furou pneu, largou correia, etc. Na Feminina o destaque foi pra Iara, a lagostinha, detonou a pista e só n foi a campeã por menos de 2 segundos; Na Super, o lagostão, como sempre, n deu chance pra ninguém, venceu com folga, e o Pulga tirou as 4 do chão, mas caiu fora da pista, desclassificado; Na nossa categoria Original, o Xuparino veio voando baixo, furou o pneu, levou uns bumps e foi desclassificado (com som e tudo, o q deu azar foi aquela música, sacana), o Pardal, na primeira reta (é mesmo, na reta,rss), tombou e , após ser desvirado, continuou a prova, e eu n consegui bater o sergipano, um piloto de peso (200 Kg num Jeep,rss), tb por 2 seg (bump escroto q veio junto, enfiado no estribo,rsss). RESULTADOS DO INDOOR
    Cat: B-ESPECIAL -
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    Cat: B - Nº Insc.: 87 - Nome: MARCOS LAGOSTÃO Tempo Oficial: 01:41,312
    B Q T.Esq Q T.Dir Falta E Falta D Bonus Soma
    1 _ 00:48,242 00:53,070 00:00 00:00 0 01:41,312
    ________________________________________
    Cat: B - Nº Insc.: 109 - Nome: EDSON SCHUMACKER Tempo Oficial: 02:02,377
    B Q T.Esq Q T.Dir Falta E Falta D Bonus Soma
    1 _ 00:58,328 01:04,049 00:00 00:00 0 02:02,377
    ________________________________________
    Cat: B - Nº Insc.: 88 - Nome: DIOGO CABEÇA DE PULGA Tempo Oficial: 04:28,583
    B Q T.Esq Q T.Dir Falta E Falta D Bonus Soma
    1 _ 01:00,087 00:58,496 02:25 00:05 0 04:28,583
    ________________________________________
    Cat: B - Nº Insc.: 117 - Nome: KLEBER VOVO Tempo Oficial: 06:02,403
    B Q T.Esq Q T.Dir Falta E Falta D Bonus Soma
    1 _ 00:57,403 00:00,000 00:00 05:05 0 06:02,403

    Cat: D-FEMININA -
    ________________________________________
    Cat: D - Nº Insc.: 25 - Nome: MALU Tempo Oficial: 01:58,314
    B Q T.Esq Q T.Dir Falta E Falta D Bonus Soma
    1 _ 00:54,189 01:04,125 00:00 00:00 0 01:58,314
    ________________________________________
    Cat: D - Nº Insc.: 87 - Nome: IARA LUCENA Tempo Oficial: 02:00,793
    B Q T.Esq Q T.Dir Falta E Falta D Bonus Soma
    1 _ 00:57,587 00:58,206 00:00 00:05 0 02:00,793
    ________________________________________
    Cat: E-ORIGINAL -
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    Cat: E - Nº Insc.: 20 - Nome: HENRIQUE PRETO Tempo Oficial: 02:05,201
    B Q T.Esq Q T.Dir Falta E Falta D Bonus Soma
    1 _ 00:58,696 01:06,505 00:00 00:00 0 02:05,201
    ________________________________________
    Cat: E - Nº Insc.: 71 - Nome: PAULO CAPITÃO GAY Tempo Oficial: 02:07,890
    B Q T.Esq Q T.Dir Falta E Falta D Bonus Soma
    1 _ 01:01,683 01:01,207 00:05 00:00 0 02:07,890
    ________________________________________
    Cat: E - Nº Insc.: 130 - Nome: JAIRO PROFESSOR PARDAL Tempo Oficial: 05:03,168
    B Q T.Esq Q T.Dir Falta E Falta D Bonus Soma
    1 _ 03:51,182 01:11,986 00:00 00:00 0 05:03,168
    ________________________________________
    Cat: E - Nº Insc.: 38 - Nome: MARCEL XUPARINO Tempo Oficial: 07:10,987
    B Q T.Esq Q T.Dir Falta E Falta D Bonus Soma
    1 _ 00:00,000 01:00,987 06:10 00:00 0 07:10,987
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    Levantamos acampamento às 17h e continuamos o churrasco na Pousada, trocamos de gaúcho ( o Gordura assumiu o posto de Aguarino) e aí o Jairão exagerou no negão, tomou o litro quase todo do black, ficou prontinho, suando frio, rss!! Fomos pra festa à noite, entrega dos prêmios (troféus, litros de óleo 4×4, cadeiras) e o show com Zeca, muito bom, divertido e bem família!!

    DOMINGO – Marcão acordou mais tarde, às 05 horas (pra n perder o churrasco), saímos às 11h pra casa de Pouca Telha, tomamos umas cervejas, experimentamos o churrasco, a cachacinha com caju, tudo Dez, e saímos às 13h30 pra Salvador (pra chegar antes do Fantástico,rss). O retorno foi tranqüilo, pela Linha Verde, chegamos por volta das 16h em Lauro de Freitas, todos cansados mas extremamente felizes por um feriadão divertido demais, quem não foi, PERDEU!!!

    Nossos agradecimentos a toda organização do evento, ao Miguel, pelo cuidado com todos os participantes, ao Pouca Telha pela receptividade, enfim, a todos do Free Road 4×4, que realizaram o 6º Jeep Cross de Conde, um evento q deixou saudades em todos nós!!

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  • Trilha do Lago

    Por Cap. Sérgio

    SÁBADO – Infelizmente, galera, não participei do sábado, portanto não posso descrever o comboio e suas peculiaridaes, rsss.

    DOMINGO – Ás 05h30 já estávamos a caminho, eu sozinho, após Tanajura mais uma vez inventar estória pra não ir, e o mauricinho, acompanhado do Luisão, seu “grande” amigo. Os dois CJs com os valentes e insubstituíveis motores willys BF-161, os velhos e bons 6cc, percorreram os 140 Km em 2h30m (com paradas para abastecimento e café da manhã) e, às 08horas, chegamos em Cruz das Almas. Encontramos a galera terrible no posto de gasolina, esperando o comboio para trilha: Marcão e Jairão(CJ-5 adaptado), Salomé e Linho (CJ-5 adaptado), Coqueirinho e Cintura de Kibe (CJ-5 adaptado), Gordura e Colesterol (CJ-5 adaptado), Cesinha Cover e Siri na Lata (Samurai), Zé Colméia e Aguarino (CJ-5 OHC 4cc), Xuparino e Débora (Vitara), Charrete (Engesa), Pulga (CJ-5 adaptado) e Odalisca (Wrangler), e outros amigos terribles, Webão, Pantera e Panterinha, Homem de Vidro e muitos outros.

    Demos a tradicional volta na cidade e partimos pra trilha, com entrada em Muritiba, o 1º obstáculo foi uma passagem por trilhos de trem muito altos, nos quais os vitarinhas e outros baixinhos “pagaram vexame”, até o trem chegar berrando! Em seguida , encontramos uma ladeira com grandes erosões, que dificultaram o caminho, o pessoal do Jeca Off Road ( o clube de lá) orientou uma passagem alternativa e lá fomos nós, ladeirão íngreme e escorregadio, mas bem mais tranqüilo que as erosões. O Engesa de Charrete foi uma atração à parte, no final da trilha já tinha virado quase um Fiat 147 (tração dianteira), pois a transmissão traseira foi caindo pela estrada literalmente, cada um pegou uma porca, um parafuso, pedaços do cardã, etc, como souvenirs da trilha… e o Charrete “pegou ar”, quase mete a mão em Salomé, só por causa de uma brincadeirinha (desse jeito vc n termina o curso na APAE, amigo, rsss) !!! Durante o conserto, nosso amigo Zé Colméia nos presenteou com uma sensualíssima ‘dança do ventre” e o Presidente Lagostão mostrou toda delicadeza de uma top model na passarela, ao som de músicas gays da década de 80!

    Encontramos outras grandes erosões ladeira abaixo, até chegarmos em Sapeaçu, parecia festa na cidade, foi um movimento só, quase final de Copa do Mundo… aí o comboio separou para o almoço e alguns foram para um terreno de lama pra brincar um pouco, descemos eu, pulga, coqueirinho e xuparino e demos show na lama, rsss, com direito a torcida e tudo. O almoço foi DEZ, uma carne do sol e galinha caipira com pirão muito bons e o ambiente rústico agradabilíssimo. Barriga cheia, corpo cansado, sujeira total, partimos para o retorno a Salvador, por volta das 17h30, após avaliarmos as baixas.

    O retorno foi “à moda terrible”, alguns defeitos “técnicos” prejudicaram o desempenho no asfalto de volta, o mauricinho quebrou o câmbio mas deu pra vir, pulga idem porém foi rebocado, algumas paradas para ajustes e, finalmente, chegamos por volta das 21h30 em SSA, cansados mas satisfeitos por um mais um excelente “dia de jeepeiro”, proporcionado pela excelente organização do Jeca Off Road (recepção, sinalização da trilha, apoio, almoço, tudo beleza!!) e pela imprescindível participação do Free Road 4×4 (Miguel e toda sua experiência).
    Agora é preparar para a 2ª Trilha do Lago pois quem não foi, PERDEU!!!

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