Trilha da Camalheira - 20/04/2008

Resenha da Camalheira – 20/04/2008

A princípio estavam confirmados apenas 04 carros para o evento pré feriado:

1. Fred e Guerreiro – Jeep Willys

2. Elevador e Ivonete – Jeep Willys

3. Menigeni – Jeep Willys

4. Pitu e Seu Zequinha – Troller

Após um contato de Marcão, ficamos sabendo que haveria alguns carros do Dissidentes 4X4 que fariam a mesma trilha, então resolvemos nos juntar a eles.

Marcamos a saída para as 8:00 Horas no posto Texaco de Vilas do Atlântico, e por incrível que pareça, os Terribles foram os primeiros a chegar.

Por volta das 9:30 começaram as chegar os demais.

2 Troller – 1 Vitara – 2 L200 – 1 TR4 – 1 Lego (Gaiola tubular “carinhosamente” apelidada de Lego).

Partimos por volta das 10:00 Horas.

O Lego, por ser um protótipo ainda não documentado seguiu puxado pela L200 na carrocinha.

Após um desvio básico do pedágio recebemos o cartão de visita da trilha indicando que o dia seria farto de emoções.

Uma ladeira de terra bem íngreme, bastante molhada e não menos escorregadia.

Primeira parada…

A L200 que rebocava o Lego foi obrigada a retornar, pois não seria prudente subir atrelado.

Os demais, roda livre ligada, tração acionada e encaramos a ladeira.

Após prosseguirmos por mais alguns instantes chegamos à entrada da trilha.

Segunda parada…

Aguardávamos, aguardávamos, aguardávamos… a chegada do Lego, desta vez já rodando.

Na mesma parada pudemos observar o radiador do Jeep de Menigeni jogando água para fora. Ferveu!!!

Fomos obrigados a ouvir piadinhas do tipo: Já viu Jeep não dar trabalho? Anormal seria um Willys não ferver.

Tudo bem, o que não sabíamos era que o troco ainda estava por vir.

Adentramos a trilha; Primeiro atoleiro. Quem passou?

NINGUÉM!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Hora de colocar os guinchos para trabalhar.

Pitu com seu guincho super ultra mega sônico puxou o Vitara do nosso amigo Camisinha.

Depois foi a vez de Pitu tentar a travessia, nada… Ficou parado no meio do atoleiro.

Enquanto eu preparava meu Guincho para puxar o Troller de Pitu, a TR4 tentou passar bem junto do caminho deixado por Pitu.

O que ele não sabia era que o vidro do Troller estava aberto e foi alvo de muita lama.

Daí então pudemos observar nosso amigo Pitu saindo do seu carro e desferindo algumas palavras:

-“Obrigado, valeu, muito obrigado mesmo”

Depois disso foi um festival de atoladas. Até que alguns do grupo tentaram atravessar o atoleiro por um caminho que parecia um pouco mais firme.

Resultado: O primeiro a tentar passar foi uma L200 que ficou toda atoladinha, ou melhor, atolada até o pescoço.

Enquanto rebocava um Troller que estava agarrado no caminho original, Pitu foi resgatar a L200 que estava “atoladinha” no caminho alternativo.

Algum tempo depois…

Retorna Pitu com cara de desolação e sozinho. O Super Ultra Mega Sônico guicho Warn estourou aquele “barbante” que substitui o cabo de aço convencional dos guinchos.

Após a retirada de todos do caminho convencional, parti para o alternativo onde estava a L200.

Utilizamos 4 carros para fazer a ancoragem em meu Jeep. Mesmo assim os 5 carros estavam se deslocando. Então resolvemos tracionar os veículos para que cavassem e tivessem mais aderência.

Mais uma vez nosso amigo Pitu desceu de seu carro:

-“Obrigado, valeu, muito obrigado mesmo.”

O Zequinha de Pitu deixou a porta traseira do Troller aberta e Camisinha posicionou seu Vitara de costas, no momento em que tracionou, imaginem… Toda a terra deslocada acertou em cheio a porta aberta. Inclusive o painel ficou recoberto de terra.

Enquanto fazia o resgate dos carros o velho guerreiro GM 4.1, começou a fumaçar. Pensei até em vendê-lo para uso no combate a Dengue.

Após uma leve inspeção o susto passou. A fumaça era proveniente de uma quantidade enorme de mato que quase chegou a tapar a descarga. Retirado o mato, voltou ao seu funcionamento normal.

Partimos para as demais etapas da trilha. Alguns atoleiros, algumas erosões e etc.

Terceira parada…

O Lego apresentou um problema. Apagou não mais ligara.

Entrou em ação a equipe de 300 mecânicos (ou seja, todos que lá estavam) cada um com uma opinião diferente sobre o problema.

Finalmente uma pergunta que parecia óbvia solucionou o problema.

-“Tem gasolina”?

Isto mesmo o Lego faltou gasolina. Após algumas chupadinhas na mangueira, foi possível transferir um pouco de gasolina para o Lego e findarmos a trilha.

Foi um passeio que promoveu a integração dos amantes do Off Road e principalmente serviu para provar que a utilidade de um VERDADEIRO JEEP na trilha é muito grande, ao contrário de alguns que imaginam que é para dar trabalho.

Esperamos contar com a presença de mais integrantes dos TERRIBLES na próxima empreitada.

Obrigado a todos pelo companheirismo e censo de humor dispensados neste passeio.

By Fred Mineiro

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  • Jeep Willys - Salomé

    jeep_salobaba2.JPG
    Jeep CJ5, ano 1978, Vermelho Ferrari, Motor 2.2 e Caixa de 5 marchas
    do Ômega, freio a disco nas 4 rodas, Direção Hidraúlica do Santana.
    Apelido FURACÃO.

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  • 3ª Trilha do Aniversário

    Esta foi a nossa trilha em comemoração pelos 03 anos de atividade do Terrible 4×4. Às 08 horas nos encontramos no Posto Nota 1000, uma galera já aguardando pra deslocar rumo a S. Sebastião:
    1. Jeep – Cap Gay e Cabeça
    2. Jeep - Lagostão e Zé Colméia
    3. Jeep - Cabeça de Pulga
    4. Jeep – Todo Duro
    5. Jeep – Fred e Guerreiro
    6. Jeep – Kalunga e Joaninha
    7. Jeep – Salomé e Pablo
    8. Jeep – Xuparino e Débora
    9. Jeep – Coqueirinho e Cintura de Galinha
    10. Jeep – Prof. Pardal e Rama
    11. Jeep – Elevador e Papagaio
    12. Jeep – Marcelo e amigo
    13. Wrangler - Odalisca
    14. Samurai – Danilo e Miguel
    15. Samurai – Jotapê
    16. JPX – Zu e amigo
    17. Troller – Cacá e Cachorro-Quente
    18. Troller – Heliomar e amigo
    19. Land Cruiser – Tomate, Washito e esposa
    * Aguarino e o mecânico da latitude (em algum veículo)
    20. Engesa - Charrete

    Ao todo foram 20 veículos off road, sendo 12 jeeps, e 39 participantes na Trilha do Aniversário, e mais a participação de Junior (filho de Washito) e um amigo que nos orientaram, em suas motos, à procura da lama .

    O comboio partiu às 08h30 (por incrível que pareça!!) e deslocou sem maiores problemas (exceto o radiador furado do Odalisca) até S. Sebastião. Apesar dos inúmeros pedidos do Presidente, o único que se dispôs a orientar o grupo até o Restaurante foi nosso companheiro Charrete e, normal, se perdeu… após algumas idas e vindas, chegamos às 09h10 no Cris Bar e Restaurante, onde foi servido o café da manhã light, para quase 40 pessoas, que se empanturraram de vaca atolada, carne do sol e outras iguarias igualmente calóricas, rsss, destaque pro Cintura de Galinha, que comeu por uns três, e Cesinha Cover e Siri na lata que por compromisso de trabalho, vieram apenas para o café junto com o grupo e retornaram para Salvador.

    Todos abastecidos, entramos na trilha às 10h40, com destino a Terra Nova, e tome procurar lama, muita poeira na estrada, com Washito como guia na “van”, e na primeira lama, olha a van atolada até a alma… o tomate não ligou a roda livre! Depois todos passaram sem maiores problemas, nada que uma boa cinta não resolvesse, aí a galera descobriu um atoleiro e foi todo mundo, parecendo “pinto no lixo”, um festival de atoladas… tudo muito divertido!!!

    Continuamos a trilha, algumas erosões, ladeiras íngremes e, infelizmente, pouca lama, mas muito companheirismo, brincadeira e descontração da galera do terrible4×4, com direito a show de forró com Jotapê e Cintura de Galinha (a essa altura sem uma perna da calça), a farofa não podia deixar de rolar e assim passou o dia… a única baixa foi o wrangler do Odalisca que, teve problemas como o radiador de novo e retornou pra Salvador no meio da trilha (a única baixa do terrible, incrível, rsss).

    A noite caiu e ainda estávamos na trilha, agora retornando pra S. Sebastião, chegamos lá por volta das 07h30, abastecemos os veículos e deslocamos pra Salvador, cansados, completamente sujos, mas felizes por mais um “dia de Jeep”!!, pois só quem vai é que sabe como é, rsss!!! Aguardem a publicação no site do roteiro da trilha (elaborado com o GPS do Jotapê), as fotos e os flagras desse dia de aniversário do terrible4×4. E da trilha só restou uma dúvida… afinal, cerca, porteira, colchete, moirão e estaca são a mesma coisa ????

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  • Enviado por Salobabá

    Ter um Jeep e ir até onde ele conseguir chegar

    Rir sem absolutamente razão nenhuma
    Rir por alguma coisa que você lembrou da última trilha que fez
    Os amigos
    Acordar no meio da noite só para ter certeza que ainda é cedo para ir para o ponto de encontro
    Fazer novos amigos ou ficar junto dos velhos
    Conversas à noite com seu colega de barraca que não te deixa dormir
    Viagens com os amigos
    Chegar ao fim de uma trilha difícil
    Passar o tempo com os amigos, falando de Jeeps
    Encontrar com um velho amigo e descobrir que jipeiros nunca mudam
    Rir até sentir o rosto doer
    Dirigir numa estrada bonita
    Conseguir ouvir sua música preferida no rádio do Jeep
    Arriar a capota
    Ver o nascer do sol
    Levantar todo dia e agradecer a Deus por outro lindo dia!
    Passar um lindo dia na trilha
    Passar um dia feio e chuvoso na trilha
    Dar um presente para o Jeep
    Ouvir acidentalmente alguém falando que seu Jeep é bonito
    Descer do Jeep, no meio da lama, para ajudar o amigo em apuros
    Abraçar o amigo que acabou de desatolar
    Rir das próprias besteiras na hora de passar por aquela imensa erosão
    Rir das besteiras dos outros realizadas durante toda a trilha
    Rir de você mesmo quando se lembra daquele primeiro Jeep
    Chegar cheio de barro para o almoço
    Causar furor ao entrar no restaurante
    Almoçar 5 horas da tarde, depois de um dia inteiro comendo bolacha
    Saber que, exceto raras exceções, todo mundo te acha meio doido
    Ver fotografias de trilhas
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