26 Fev
26 Fev
20 Fev
19 Fev

SIMULADO LEGISLAÇÃO SIMULADO RADIO ELETRICIDADE SIMULADO ETICA OPERACIONAL
OFERECIMENTO DE
19 Fev
18 Fev
18 Fev
Adap Brasil (adaptações para para 4×4)
Aero Willys (loja especializada em 4×4)
Alternativa (loja especializada em 4×4)
Capotas Gauchas (capotas para 4×4)
Deep Tec4×4 (adaptações para para 4×4)
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Iron Man (acessórios para 4×4)
Jipebras (loja especializada em 4×4)
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JP Max (guinchos para veículos)
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Tração e Ação (loja especializada em 4×4)
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18 Fev
Geninho Pneus (comercio de pneus)
3K Pneus Off Road (comercio de pneus)
18 Fev
15 Fev
| Baixios Dez de 2009 |
| Conde Nov de 2009 |
| Camaçari Nov de 2009 |
| Aracaju Out de 2009 |
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| Camaçari 03-10-09 |
| Camaçari Set de 2009 |
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| Encontro VeterenCar 2009 |
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| II Trilha da Penelope - Terra Nova - 22-08-09 |
| Taperoá Jul de 2009 |
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| Trilha da Laranja - Alagoinhas - 06 e 07/06/2009 |
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| 4ª Trilha de Aniversário - 23/05/09 |
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| Usina Aliança 09-05-09 |
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| Exposição Shopping Estrada do Coco |
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| 4 Aniversario Terrible - 04/04/2009 |
15 Fev
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| Confraternização Natal 20-12-08 |
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| Jeepasseio 01 e 02-11-08 |
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| XII Jeep Show Aracaju |
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| Encontro Veterancar Parque da Cidade - 06-09-08 |
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| Emissario 31-08-08 |
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| Terra Nova - 24/08/2008 |
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| Usina Aliança Fase III - 26/07/2008 |
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| 5º Encontro Suzukinet - Praia do Forte/BA |
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| Usina Aliança 12-07-08 |
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| Usina Aliança 05-07-08 |
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| Palestra 1º Socorros Capitão Lanusse 03/07/2008 |
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| 5ª Trilha da Laranja - Alagoinhas/BA - 13 à 15/06/2008 |
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| Dunas Jauá - Aniversári |
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| Usina Aliança - 17-05-08 |
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| Trilha 3º Aniversári |
15 Fev
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| Trilha de Jacuípe |
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| Trilha da Usina Aliança |
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| Trilha Candeias |
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| Barródromo CIA |
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| Terribles For All - Jun.07 |
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| Trlha do Lago |
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| Trilha Camaçari |
15 Fev
15 Fev
15 Fev

Manual do Proprietário Engesa F4

Manual Proprietário Jeep Willys


Manual Proprietário da Toyota Bandeirante

Manual Rádio Icom IC-2200H - (Versão em Inglês)
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14 Fev
Pneus para a prática de off-road - 1ª parte
Escolhendo o melhor pneu
Escolher o pneu para a prática do Off Road é sem dúvida um desafio. Muitos são os detalhes que devem ser levados em conta na escolha de um jogo de pneus para competições e trilhas.
O pneu perfeito para todos os tipos de terrenos não existe. Devemos procurar fazer escolhas que visem otimizar o desempenho do seu jipe conforme o obstáculo a ser vencido.
Lama
Terrenos lamacentos exigem pneus com sulcos profundos, com grande poder de auto-limpeza . Os sulcos profundos têm a finalidade de remover o maior volume possível de lama do caminho; se isso não acontecer, a tração acaba e o jipe pára.
Em competições tipo indoor e trilhas muito pesadas, é indicado o uso de pneus especiais para lama, ou seja, pneus tipo agrícola, com desenho direcional ou do tipo cross .
Areia
Terrenos arenosos exigem pneus largos e baixas calibragens. Na areia solta, as condições de tração são precárias: os pneus afundam e têm pouca aderência. O pneu para essa situação deve ter boa flutuação , para não cavarem buracos no percurso.
Pedras
Em solos pedregosos a tração do jipe fica muito prejudicada. Derrapagens e cortes nos pneus são as principais preocupações. O pneu para esse piso deve ser resistente nas laterais e na banda de rodagem. A resistência das laterais é garantida por pneus com bom número de lonas (8 ou 10), e pneus com construção reforçada nos flancos. É bom lembrar que pneus radiais são menos resistentes a impactos nas laterais devido à sua maior rigidez.
Radiais X Convencionais
Os pneus radiais são em muitos aspectos uma evolução do pneu diagonal ou convencional. Porém, o desempenho dos pneus diagonais supera o dos radiais na prática off road.
A diferença entre os pneus radial e diagonal está no próprio nome. Radial: pneu construído com cordonéis dispostos radialmente à carcaça. Diagonal: pneu construído com cordonéis dispostos diagonalmente à carcaça. Os pneus radiais têm em sua maioria os cordonéis feitos de aço, enquanto os cordonéis dos diagonais são geralmente feitos de nylon.
A construção radial confere ao pneu maior rigidez e conseqüentemente maior durabilidade. Suas laterais são mais flexíveis e frágeis para compensar a rigidez da banda de rodagem. São pneus mais propensos a danos laterais e a cortes. São geralmente fabricados para serem usados sem câmara de ar (tubeless).
O pneu diagonal, por ser mais flexível, dura menos, sendo mais resistente a impactos e cortes. Normalmente são projetados para serem usados com câmaras de ar.
Para competições off road, os fabricantes começaram a desenvolver pneus radiais com reforço nas laterais, que podem (e devem) ser usados com câmara de ar.
Texto: Marcelo Leitão - Recauchubrás e Maneco Pneus
Pneus para a prática de off-road - 2ª parte
Calibrando o pneu off-road
Baixas calibragens são indicadas sempre que as condições de tração são difíceis, como nos casos de lama, areia e pedras. O pneu com pouco ar tem uma área de contato maior com o solo, o que irá aumentar a tração e a flutuação do pneu. Pode-se dizer que um pneu descalibrado agarra mais, porém não devemos exagerar na baixa pressão.
Pneus com pouca pressão podem soltar da roda, sofrer cortes nas laterais ou ter suas câmaras de ar “mordidas”. A baixa pressão dificulta a dirigibilidade. Nunca rode em estradas e rodovias com pneus descalibrados: a pressão deve aumentar junto com a velocidade e o peso do jipe. Não faça curvas a mais de 60 km/h e, depois de vencer o obstáculo, infle os pneus para uma pressão segura. A pressão baixa deve ser usada com muita cautela em terrenos pedregosos e travessias de rios. Pedras escondidas podem cortar os flancos do pneu.
Pressão ideal X Pressão de competição
A pressão ideal de uso em um jipe é obtida através de uma regra de três simples. Verifique nas laterais do pneu o índice de carga e a pressão máxima de trabalho. Estas duas informações são dadas na forma de:
235/85 R 16 108/110 H MAX LOAD 1000kg/1060kg AT 420 kPa (60/65 P.S.I) MAX PRESS
Onde: 108 é o índice de carga máxima do pneu montado sozinho, 110 é o mesmo índice para pneus montados em pares, H é o índice de velocidade máxima, 60 seria a calibragem máxima para o pneu montado sozinho e 65 o mesmo índice para o pneu duplo. Caso o pneu não apresente o MAX LOAD (carga máxima) em quilos ou libras, compare os índices encontrados com as tabelas universais de conversão, nas quais teremos que 108 é igual a 1000 kg. Assim, caso o peso total do jipe esteja no máximo da capacidade dos pneus (4000 kg), devemos usá-los com a calibragem máxima indicada de 60 libras. Caso o peso total não seja 4000 kg, devemos diminuir a calibragem proporcionalmente . Por exemplo:
4000 kg está para 60 libras, assim como 1500 kg (peso real do jipe) está para X. Resolvendo a regra de três, X é igual a 22,5 libras .
Devemos observar com cuidado quais são as unidades de medidas discriminadas na lateral do pneu, se são quilos (kg) ou libras (lbs.), e fazer as conversões necessárias. A pressão encontrada é a pressão ideal do seu jipe, tanto na cidade quanto na estrada, para que não ocorra desgaste pré-maturo. Caso o peso do jipe não esteja bem dividido entre os dois eixos, podemos ainda achar a pressão ideal para a dianteira (peso do motor) e a traseira. Já a pressão de competição deve ser encontrada na prática. Lembramos que a baixa pressão torna a direção pesada, ficando o pneu sujeito a soltar da roda ou a sofrer cortes laterais. A calibragem de competição vira um jogo de aposta, onde a escolha certa pode significar segundos e pontos preciosos, e a escolha errada, o fim da prova. Em resumo: em competições devemos usar a menor calibragem possível, desde que não coloquemos em risco a dirigibilidade e a segurança.
Texto: Marcelo Leitão - Recauchubrás e Maneco Pneus
11 Fev
11 Fev
11 Fev
11 Fev
11 Fev
8 Fev
8 Fev
8 Fev
Reunião do dia 13/03/2010, esta editada na área exclusiva para sócios.
Vídeos das trilhas, foram publicados, confiram.
Atualize seus dados, para que possamos nos comunicar com maior rapidez.
Se desejar que seu 4×4 apareca no site, mande uma foto sua e de seu veiculo com dados, tipo: seu nome e apelido, ano do carro, motor, cor e os acessórios.
Quem tiver uma artigo interessante sobre o mundo off road, nos envie para que possamos avaliar e publicar.
Foi adicionado novos links com informações diversas, confiram.
8 Fev
7 Fev
3 Fev
Baixios – Dezembro de 2009
A ida – 11/12/2009 – Estacionamento do Bom Preço Estrada do Coco, Arroto aguarda a chegada de Paikam, pelo rádio escuta alguns Terribles se comunicando, eram “Michael Guilherme Jackson“ e Cacá, que já iniciavam o deslocamento para Baixios, com lambe Lambe no seu DFlash, liderando o comboio. Paiakam chega por volta de 16h10minh, pegamos a estrada para encontrar o grupo próximo a Guarajuba. O carro de Marlucio estava endiabrado, marcava 80km/h no velocímetro quando na verdade estava com 100km/h, falou que não pisou mais com receio do carro de Vani não poder acompanha seu ritmo, Cacá se arrependeu de ter deixado o Tiradentes ir à frente.
Paramos no Mirante antes de Imbassay, para uma seção de fotos, na saída o Frankstein de Guilherme não pegou, neste momento Heliomar e família, se juntam ao comboio e com uma cinta puxa o carro moribundo até ele dar a partida, pois com a força humana não foi possível, tava babando combustível pelo carburador, este tem vaga garantida tanto nos alcoólicos anônimos, como nos conhecidos. Em Massarandupió paramos para abastecer as viaturas, o bucho e tirar água do joelho.
A chegada – Chegamos em Baixios por volta das 20h00minhs, lá encontramos Kaçola e os amigos Bozó e Hugo (este último recebeu carinhosamente a alcunha de “Boneco de Olinda”). Após a acomodação em seus respectivos aposentos, nos dirigimos à pousada Encanto, onde nos empanturramos de bebidas e tira gostos, até a lombriga de estimação de Kaçola ficou satisfeita, e olha que com uma barriguinha esbelta daquela, a mimosa deve ter o comprimento do rio Nilo. No meio do papo alguém solta um grito desesperador: ”_pimenta não bebê”, era dona “3 por 4” que estava preocupada com o trato digestivo do maridão. Pouco depois, chega Pulga com Lêndea, Odalisca, Cap. gay e Sr Ruy, deixando o ambiente ainda mais agradável. Descobrimos que Odalisca ligou em desespero para Kaçola, pedindo ao mesmo que solicitasse a retirada da cama de casal do quarto e que fosse colocadas duas de solteiro, pois iria dividir o quarto com Fernando e com um cara que tem o apelido de Semi Eixo, ele não quis ariscar. Isto é que é querer mal “acunhado”, ops, desculpe ao cunhado.
Fazenda Pajuçara 12/12/2009 – Após o café da manhã, saímos para o ponto de encontro, onde se uniram ao grupo, Meligeni com a namorada, Euler com seu filho e nora (desta vez não esqueci) e Ghandy com Siri. De lá nos dirigimos até o local do evento. Não demorou muito e estávamos adentrando pelas cancelas da fazenda, onde fomos recepcionados pelo Sr. João que nos guiou até o rio.
O primeiro a atravessar o rio foi Pulga, seguido por outros companheiros. O Samurai de Ghandy soltou a descarga, na vez de Kaçola, o distribuidor de seu bólido molhou e o mesmo parou e ficou que nem barco encalhado. Cavalcante prepara seu 4×4 para socorrer o náufrago, mas comete dois erros cruciais, o primeiro foi não ligar a roda livre, o segundo e mais grave foi entregar a direção para Sérgio. Não deu outra, Troller atolado, Pulga teve resgatar os colegas. Um burro que pastava na redondeza, soltou uma gargalhada sarcástica (zurrou) ao ver tantos de seus colegas dentro do rio, se ferrando em pleno sábado para tirar os veículos da encrenca, deve ter pensado: ”_viu rebanho de oreba, e ainda dizem que a besta sou eu”. Depois de sanados os percalços, estacionamos os poçantes e seguimos a pé, cheios de tralhas e numa lua de rachar, até a sombra de uma frondosa árvore na beira do rio.
Dentro da água, uma inhaca estranha aguçava a nossa curiosidade, cutucamos o piso para ver se não era merda, um olhava para o outro, desconfiado do colega estar soltando gases de efeito estufa descaradamente, até que alguém não agüentou e falou: ”_esta água ta fedendo muito”. Heliomar, inocentemente explicou: ”_galera, este aroma é do meu bonezinho”. O cara tava com um chapéu de couro, tipo de vaqueiro da caatinga, fedia mais que o chulé do meu filho, não deu outra, foi chamado de “Cabeça de Cocô”, um engraçadinho sugeriu formar a dupla sertaneja “Cacá e Cocô”, se quiser apresento a banda “Skank com Diarréia”, ai o sucesso ta garantido.
Patrícia, esposa de Paiakam, conhecida agora como “Irmã de Arroto”, nos servia tira gostos dentro da água, com sua gentileza natural. Cap. Gay era chamado para tomar corretivos a todo momento, por sua esposa, aliás, ele estava com uma marca estranha nos lábios, questionado se foi uma mordida na hora do “vamu vê”, ele respondeu: ”_que nada, tava passando roupa, senti um odor diferente, fui cheirar o ferro, esqueci que tava quente e ai queimei o beiço”.
No final da tarde, uma tropa de choque liderada por Pastel, surge nas margens, de mãos nas cinturas, com olhares fulminantes e soltando fumaça pelas ventas, não deram uma palavra, mas, um a um os paquidermes foram saindo das águas, com as trombas arriadas, nos bastidores corre rumores que elas organizaram um grupo subversivo, vulgarmente chamado de as “Pelvelças”, cuja meta, é retirar nossos Jeeps e nos entregar um fogão para pilotar, e só nos permitir trilhar da cozinha para área de serviço. Vamos ficar atentos.
Ghandy não teve problemas com o mulherio, não entrou na água, preferindo ficar sentado em um tronco todo o tempo, até dormiu, pode santa? Paikam tomou um beijo “fraternal” de Odalisca, essas bibas, sei não, deve ter sido culpa da cachaça. Helinho ao fazer a travessia de retorno, bate o para choque em um banco de areia e solta o mesmo.
O Jantar – No sábado à noite, fomos brindados com um delicioso jantar, servido pela simpática Sra. Zezé e seu filho, na pousada Encanto. Para abrilhantar ainda mais o evento, o grupo agora estava completo, com a chegada de Mauricinho, Zoião e Zé Colméia com suas respectivas esposas. Piadas, histórias e até karaokê rolou. O dono do “Boilão” deu um show de canto, tirou nota máxima e espantou todos os insetos do lugar. Lá pelas tantas fomos dormir, depois do exaustivo, mas agradabilíssimo dia.
Lagoa do Mamucabo 13/12/2009 – Os companheiros, Mauricinho, Sérgio, Heliomar, tiveram que retornar mais cedo para Salvador, o primeiro foi trabalhar, o filho do Cap. estava com febre, e o ultimo teve seu carro rebocado, com problemas no cambio.
Logo pela manhã, o colega Lampião (este tem bom gosto para 4×4), entra em contato conosco, e se predispõe a nos levar até a lagoa. Da praça do vilarejo, partimos em direção ao local almejado. Primeiro pilotamos pela praia, para depois subir as dunas e seguir adiante por uma fazenda. Outro colega se junta ao grupo, foi o Playmobil com seu Samuca verde. Não demora muito e o paraíso aparece, uma lagoa porreta, a alguns metros da praia, rodeada de coqueiros e outras plantas nativas.
Ai foi só alegria, nadamos, comemos e bebemos, além de fazer uma das coisas mais maravilhosas que inventaram, que é sacanear os ausentes. Depois das 12h00minhs, resolvemos voltar, para preparar a viajem de volta, no caminho topamos com uma galera do Bahia Off Road. Seguindo adiante, encontramos uma Ranger e um Land Rover apuros. Se juntaram ao pessoal do “Off”, não tinham rádio, ficaram no final da tropa, a mangueira do turbo da Land estourou, pararam e se perderam do grupo. Com as orientações de Cacá, Euler e Cia, uma silver tape e cintas prensa de Paikam, o 4×4 ficou melhor que antes. Os dois veículos voltaram conosco para Baixios.
O Retorno – No deslocamento para encontrar com o grupo, o carro de Paiakam recebe uma lapiada no para lama traseiro, o cara soltou os cachorros em cima da motorista, que ficou encolhidinha dentro do carro e não deu nenhum pio. Depois de agrupados, partimos por volta das 15h00minhs, o Jeep de Pablo, teve que ser rebocado por Cacá, não pegava de jeito nenhum, alias este 4×4 e o de Michael Jackson tiveram que ser empurrados várias vezes, ora por Pulga ora por Arroto. No percurso, falta combustível no Frankstein, Lambe Lambe tira o galão do seu bólido para socorrer o sedento. Paramos no posto de Massarandupió para abastecimento. O carro do Pivete não pega mesmo abastecido, Pulga, sempre prestativo, subiu no para choque do Willis para checar o problema, ficando na posição que Napoleão perdeu a guerra, Cavalcante, aproveitou da situação para dar uma fungada na descarga humana de Diogo. Foi constatado que a borboleta do carburador tava travada, e logo foi consertada.
Entramos no vilarejo de Diogo, para um magnífico almoço no restaurante “Sombra da Mangueira”. De bucho forrado seguimos nossa viajem, no caminho recebemos a informação que Marcão tinha ligado, preocupado com a galera. Lagostão, correu tudo muito bem, sentimos sua falta e dos outros colegas, mas vocês não foram esquecidos, sempre estavam presentes nos nossos papos.
Paramos no posto Esso de Lauro de Freitas. Não satisfeito dos empurra empurra de Jeeps, Todo Duro jogou por engano água no distribuidor do Hell Boy. A palavra foi dada a Euler, que liderou nosso grito de guerra, “Avante Terrible”. Cada um agora segue seu caminho, de alma renovada, com destino a seus respectivos lares. Sem dúvida foi um dos melhores fins de semana que tivemos. Não tem coisa melhor que curtir a natureza, desafiar os obstáculos com os amigos e familiares, socorrer e ser socorrido nos momentos difíceis, valeu pessoal por estes momentos maravilhosos, cada dia que passamos ao lado de vocês, temos a certeza de ter escolhido o grupo certo, e agradeço a todos por nos permitir fazer parte desta família. Que venha o próximo evento.
Sds, Arroto.